Alfabeto dos Santos

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Este é o nosso Alfabeto dos Santos, feito pela lojinha “Feltro do Céu“. A loja é de uma artesã muito talentosa, que caprichou na confecção de cada santinho de feltro! Eu entrei em contato com ela, passei a minha lista de 23 santos, e em menos de 2 meses, ela me entregou a encomenda.

Inicialmente, eu tinha planejado o Alfabeto dos Santos Católicos para o Caminho do alfabeto. Mas como a Lupita ainda estava muito nova para ser alfabetizada, eu deixei para este ano, já que vou começar a ensiná-la no segundo semestre.

A Vida dos Santos reforça a verdade de que Jesus Cristo é o único mediador da Salvação. Os protestantes, erroneamente, interpretam o Cristo único mediador como se fosse proibido estar em comunhão com os santos. Felizmente, São Paulo em 1 Coríntios 12 definiu a Igreja como a comunhão dos Santos, sendo um único organismo. Quando nós usamos os exemplos das vidas dos Santos, nós dizemos ao mundo que se por um só homem veio a salvação – Cristo Jesus – há somente uma via para viver esta realidade: sendo cristãos. Não é Buda o mediador, por isso não dá para ser budista, não é Maomé, e assim por diante, fica mais do que sacramentado que cristãos verdadeiros é o que nós devemos ser.

Esta é a nossa lista:

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Santo Antônio, São Bento e Santa Catarina de Siena

1 – Santo Antônio, Martelo dos Hereges: Santo Antônio é o padroeiro da minha família (assim como Sant’ Ana). Quando eu era criança, a minha avó fazia a trezena a Santo Antônio em casa, com tradicionais músicas em português e Latim. Cresci e quando me converti, passei a fazer algumas noites em junho, com as mesmas músicas!

2 – São Bento: Por ter muita influência na minha conversão ao catolicismo, temos por São Bento um carinho especial. O Mosteiro, em Salvador, nos abrigou muitas vezes, e por isso, pedimos sua intercessão pela nossa família!

3 – Santa Catarina de Siena: filósofa escolástica e Doutora da Igreja. A história de vida é impressionante.

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São Domingos Sávio, Santa Elisabete da Trindade, São Francisco de Assis e Santa Gianna

São Domingos Sávio: “Prefiro morrer do que pecar!”. Quando recebemos os santinhos, São Domingos imediatamente se tornou o preferido das crianças – pelo fato de, segundos eles, Domingos ser “um neném”. Lupita e Dimi já deram até banho nele!

Santa Elisabete da Trindade: Às vezes chamada de Santa Isabel do Brasil, foi Carmelita descalça (só a menção “descalça” faz meus filhos vibrarem!).

São Francisco de Assis: Difícil não incluir São Francisco numa lista dessas!:)

Santa Gianna: padroeira das famílias, a escolhi por ser uma Santa tão atual aos nossos tempos, especialmente na defesa da vida.

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Santa Helena, Santo Inácio de Loyola e São Jorge

Santa Helena: A mãe do imperador Constantino. Foi ela quem descobriu o local da crucificação onde foi erguida a Basílica do Santo Sepulcro.

Santo Inácio: Fundador dos jesuítas. Nossa família é muito ligada à eles!

São Jorge: Escolhi pelo Dimi, que ama a história de São Jorge e seu espírito de cavaleiro!

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Santa Luzia e São Martinho dos Porres

Santa Luzia: Na verdade, Santa Lúcia, mas como ela é chamada de “Santa de Luz”, é popularmente chamada de Luzia.

São Martinho dos Porres: Dominicano. Muitas pessoas simples o chamam de “São Martinho dos Pobres”, por se identificarem com sua vida difícil e sua entrega à vida religiosa.

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São Nicolau

São Nicolau é muito popular aqui em casa, sobretudo por conta de sua festa, próxima ao Natal, e sua ligação com a figura do Papai Noel.

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Santo Onofre

Santo Onofre não é um santo muito conhecido, mas rapidamente se tornou o queridinho dos meus filhos, por sua representação singular e sua vida eremita do deserto.

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São Pedro, Santa Quitéria e Santa Rosa de Lima

São Pedro: O primeiro Papa é um importante instrumento de catequese para os católicos e aqui em casa não podia ser diferente.

Santa Quitéria: Virgem Mártir do Segundo século.

Santa Rosa de Lima: Nossa madrinha tem este nome, razão pela qual escolhemos a santinha!

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Santa Teresinha do Menino Jesus e São Silvestre

Santa Teresinha é a queridinha da nossa família!

São Silvestre: talvez você o conheça pela famosa corrida brasileira, mas ele foi Papa sob o Imperador Constantino e um dos primeiros a serem canonizados sem o martírio.

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São Vicente e Santa Úrsula

São Vicente, cujo corpo está incorrupto, foi nada mais nada menos que o fundador dos Lazaristas e padroeiro das Obras de Caridade.

Santa Úrsula: para escapar do casamento com o terrível Átila, que se encantou por ela, Santa Úrsula disse que já era casada com o mais poderoso dos reis da terra: Jesus Cristo. Furioso, Àtila a degolou pessoalmente.

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São Francisco Xavier e Santa Zita

 São Francisco Xavier: considerado pela Igreja como o missionário que mais converteu pessoas, depois de São Paulo. Acha pouco?

Santa Zita: Padroeira dos que trabalham com serviço doméstico, e portanto, de todas nós!

Aulas Abertas – Pedagogia Católica para aplicação das famílias

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Salve Maria!

Poucas pessoas sabem, mas há duas aulas abertas do curso Pedagogia Católica para Aplicação das Famílias. Abaixo, você confere o link delas. É bom para quem quiser conhecer a proposta do curso. Por enquanto, não estou abrindo uma turma, mas quem quiser fazer o curso: basta entrar em contato pelo e-mail chamasdolar@hotmail.com. O valor do curso está em 235,00 via depósito – valor com desconto do preço original (270,00), pelo fato de não estarmos mais com o Hotmart. Quem faz o curso tem nosso acompanhamento, sempre que precisar.

AULA 1

AULA 6

Como ensinamos… História

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Salve Maria!

Este post faz parte da série “Como ensinamos…” onde eu gostaria de mostrar como estamos fazendo neste momento a nossa educação domiciliar. Sem dúvida, há muito para aprender e aprimorar! A prática tem me ensinado mais do que os livros… os princípios e os bons exemplos de outras famílias me inspiram! (Veja o post de Ciências AQUI)

Literatura: um ponto de partida para crianças.

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Conforme já mencionei em outro post, eu acompanho alguns currículos norte-americanos e é uma tendência que, no homeschool, as crianças na fase da minha filha (“kindergarten”) sejam introduzidas às diferenças culturais através dos diferentes povos. A ideia é muito simples: há pessoas diferentes no mundo, que estão imersas em outras culturas, outros países. Tudo isso é muito rico: um estudo assim permite um olhar sobre o folclore tradicional dos lugares. Não é indicado nestes currículos que eu mencionei, mas na nossa casa decidimos que o ponto de partida para a história será, sempre que possível, a Literatura (uma ideia clássica). Então, escolhemos livros que falem de histórias ambientadas em outros países. Nada melhor que os contos de fadas, fábulas e histórias tradicionais. Sempre que possível, opte por edições em que as ilustrações sejam igualmente ricas culturalmente. Esta edição de “As mais belas fábulas russas” atende esta necessidade: os personagens usam roupas tradicionais da Rússia. Lembre-se de que as crianças são muito visuais.


Nosso intuito, este ano, é contemplar as culturas: Russa, Árabe Moderada, Japonesa e Chinesa, Brasileira I, Européia I.  Conforme o ritmo, é possível que contemplemos outras culturas. Estes são os livros de literatura escolhidos para cada uma das culturas:

Russa: As mais belas fábulas russas, conforme imagem acima.

Katchanka, do escritor usso Tchekhov

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*Importante*: o ensino de História pode ser muito lúdico se você aproveitar a ocasião para ouvir as músicas folclóricas do país (meus filhos gostaram de música folclórica russa!), testar uma receita típica (comida chinesa eles já provam), customizar uma fantasia com feltro (quimono japonês, chapéu russo), usando E.V.A., etc. E obras de arte, então? Estamos apaixonadas pelas pinturas orientais chinesas! 

Apenas: faça aos poucos e sem superestimar a atividade. O que eu quero dizer com isso: Não tente fazer “A” fantasia como se seus filhos fossem à um baile. Uns pedaços de panos, mesmos sem costurar, amarrados com um cinto, já servem. Crianças precisam fazer de conta, experimentar, e o trabalho imaginativo é justamente transformar aqueles panos que apenas lembram um quimono japonês em um quimono autêntico. E brinque com eles: faça perguntas, faça vozes engraçadas, divirta-se!


Árabe: Os mais belos contos das Mil e uma noites

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As histórias clássicas das Mil e uma noites são excelentes. Nós já passamos um pouco da noção de que há povos diferentes com crenças diferentes;  eu procuro pular as partes que falam claramente de outro Deus que não é Cristo, pelo fato deles ainda não terem maturidade – em qualquer cultura que eu esteja lendo. Uma abordagem assim valeria um post, mas a verdade é que eu não complico muito: pulo e leio a história como um todo. Simples assim.


Japonesa e Chinesa: Histórias tecidas em seda.

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O pote vazio, Demi

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Dois livros lindos para introduzir o lado japonês e chinês, respectivamente. Minha filha também gostou muito do desenho animado Mulan. Ano passado estudamos especificamente o Japão, e ela até ganhou uma kokeshi!


Histórias à brasileira, Ana Maria Machado

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Folclore brasileiro de uma maneira mais “saudável” e fácil de filtrar, é só pular algumas histórias que você julgar forte (à exemplo dos contos de Grimm). Ana Maria Machado reuniu nos vários volumes de Histórias à brasileira contos típicos do nosso país e histórias clássicas adaptadas e devidamente abrasileiradas.


 

Contos de fadas: Vários

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É claro que minha filha ama os contos de fadas e eu tenho muitas edições diferentes. A edição acima tem vários títulos e é recontada pela renomada autora Maria Heloísa Penteado. São recontados, porém fiéis; com linguagem mais literária e belas ilustrações, as edições da Ática são mais atrativas para crianças. A desvantagem é que algumas estão com preço elevado para a simplicidade da edição. A edição completa da Cosac Naify tem a vantagem de reunir todos os contos de Grimm, numa tradução fiel, mas as xilogravuras não são interessantes para crianças. Além disso, você notará que uma boa parte dos contos de Grimm contém cenas fortes e finais nada felizes; alguns beiram ao nonsense… eu tenho e vou filtrando. Geralmente, eu leio a história e conto de cabeça (no caso da Cosac).


 

Livro Crianças como Você

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Este livro traz imagens de crianças de várias partes do mundo, com curiosidades e detalhes bem explicados. Claro que no caso dos meus filhos eu não vou ler todos os detalhes, mas conversar sobre alguns deles de maneira geral. A proposta do livro se encaixa perfeitamente nesta noção de ir explicando as diferenças culturais através dos povos – melhor ainda, através de crianças!


Conforme mencionei em post anterior, outro livro que me ajuda nesta proposta é “Gente de todo o mundo”, da Coleção Mundo da Criança (década de 90).

A ideia, claro, é durante o ano prestar atenção em livros que possam enriquecer a nossa proposta, especialmente porque temos o hábito de alugar livros nas bibliotecas todo mês.

Nossos projetos incluem a confecção de um scrapbook com colagens referentes às diferentes culturas e brincar muito ao redor dos livros – exatamente como explicitei no post, que já é nosso costume: fantasiando, fazendo uma receita, um trabalho manual.

Espero que tenham gostado!

Fiquem com Deus!

 

Homeschooling: uma escolha pelo Tempo

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Salve Maria!

Antes de me casar eu já seguia muitos blogs de homeschooling católico americano (como o maravilhoso Shower of Roses), sem ter a real certeza de que eu iria seguir este caminho. Lembro-me até hoje do dia em que fiz esta escolha. Minha filha tinha apenas 15 dias e eu conversava com uma amiga e mãe homeschooler (hoje mãe de 5 filhos, ela mantém o blog Escala Cuisenaire) e falava da minha decisão. Muitas coisas podem ter sido somadas para o resultado final, mas eu soube que seria uma mãe homeschooler quando eu tive a minha filha nos meus braços e percebi que eu não queria entregar a ninguém o tempo que eu tinha com ela. Isto mesmo: não foram as nossas escolas, não foi o MEC, não foram as más companhias no meio escolar: o que eu não queria entregar era o tempo que eu agora tinha com ela. Não é para dar uma educação melhor que eu decidi ser uma mãe homeschooler – foi para dar outro tipo de educação. Sem dúvida, você poderia dizer que este tipo de educação em casa que eu dou é melhor do que as escolas em geral. Mas para mim, não se trata disso. “Tempo é vida“, como diria Michael Ende, “E a vida mora nos corações“.

O meu coração tem profunda admiração pelas escolas e pedagogias católicas. “Eles” (todos os envolvidos) fizeram um excelente trabalho e ainda fazem nas poucas escolas que existem – em comparação com o todo – que  mantém acesa a verdadeira chama da educação católica. Meu marido é professor numa dessas escolas que, embora não sejam perfeitas, são luz neste mundo. A educação em casa também não é perfeita. Ela não é a salvaguarda de que todos os problemas que você possivelmente tem com a escola terminarão. O problema é o mundo e você não pode retirar os seus filhos dele. Não é nenhum consolo pensar que você está tirando seus filhos do ambiente escolar, mas todas as outras crianças do mundo estão indo à escola – todas as outras pessoas que, em breve, cruzarão com os seus filhos. Até porque, embora fosse bastante útil falar do mal que assola as escolas, há um mal anterior e mais profundo: o mal que assola as famílias, desestruturadas e sem fé.

Talvez a dimensão do problema seja a seguinte: a escola reúne no mesmo ambiente todas aquelas crianças, jovens e adultos que não cruzariam a vida dos seus filhos tão cedo e muito menos por tanto tempo; não causariam o tipo de influência que certamente causam 20 ou 30 alunos, numa mesma sala, a maioria oriundas de lares desfeitos ou com valores ralos. Aqui, eu encontro possivelmente o ponto crucial do problema escolar: mais do que os livros ou o ensino intelectual de baixa qualidade, está o fato de ter que enfrentar, na escola e em doses concentradas, todo o fracasso de uma sociedade estampado não em páginas, mas em rostos humanos.

Nesse sentindo, as pessoas que tomam consciência do problema escolar – que é na verdade um problema social mais amplo – buscam minimizar os danos educando os filhos em casa. A minha escolha foi anterior à minha tomada de consciência do problema. É óbvio que eu concordava que, em geral, o ensino havia decaído muito desde a minha época na infância; eu conseguia até mesmo admitir que havia um problema ideológico e moral na formação das pessoas e, principalmente, na juventude. Mas nada ainda me soava alarmante o suficiente para achar que eu deveria optar por não levar meus filhos à escola. A minha vaga ideia era a de que eu daria uma educação boa em casa, como meus pais fizeram comigo, ao mesmo tempo em que tentaria custear uma escola de nível bom (tanto intelectual, quanto social). E sem que o alarme soasse e neste contexto, eu consegui optar pela educação domiciliar, porque a desejei por ela mesma.

Este estágio não é um privilégio meu. Ele pode ser de qualquer um, mesmo que você tenha feito o caminho inverso -ou seja, tenha primeiro desejado tirar o seu filho da escola por causa das péssimas condições em todos os âmbitos.  Na verdade, eu diria que, para evitar frustrações de todos os tipos, você deveria fazê-lo: abraçar a educação domiciliar por ela mesma.  Porque a verdade é que o homeschool é muito particular. Ele não pode ser um bote salva-vidas, porque o bote ainda flutua no mar. Ele não é a terra firme, e você sabe disso pela razão justa de que nenhuma via pode lhe dar esta garantia. Até porque o navio de onde você pulou – a escola – nem sempre estava naufragando. Há pessoas que sobrevivem, chegam em lugares maravilhosos e ainda tem coisas boas para contar do trajeto. Para mim, o homeschool é como um bonde que tem seu próprio ritmo e caminha de acordo com itinerários e destinos inerentes à ele. Você não deveria considerar somente que o destino do navio convencional é pior ou – mais grave – forçar o bonde à ir exatamente para o porto onde iria antes atracar. Bondes não atracam em portos.

Eu precisaria igualmente lembrar que a viagem será tão longa quantos os anos escolares. Trata-se de tempo, portanto. O tempo que mora nos corações não pode manter-se nas razões práticas e até muito justificáveis, porque ele terminaria por justificar com maior razão o retorno à escola. Você logo encontraria todos os motivos para não levar a educação em casa adiante, pelo estilo de exigência que ela impõe. O quanto e como você passará o tempo com os seus filhos é o que mais importa.

Trabalhando matemática: Apostila de Escala Cuisenaire

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Salve Maria!

É com muita alegria que eu divulgo este material inédito de matemática, organizado por uma mãe católica homeschooler de 5 filhos: uma apostila completamente PRÁTICA de Escala Cuisenaire! Se você não conhece a escala, mais um motivo para adquirir este material, que mostra como podemos ensinar matemática aos nossos filhos de maneira eficaz, lúdica e, principalmente, com sentido! No meu post sobre como ensinamos Ciências, eu divulguei um texto que fala do fracasso do Brasil em ensinar Física – e, por extensão, todas as Ciências, exatas ou naturais -, e por isso eu considero de extrema importância um material como este, que ensina matemática de verdade. Leia mais e compre o seu através…

DESTE LINK.

Algumas palavras da autora:

“Como já escrevi outras vezes, o motivo pelo qual me encantei pela escala Cuisenaire foi que através do seu uso com meus filhos, além de ver a eficiência em ensinar conceitos matemáticos, pude resolver em mim vários conceitos mal entendidos ou nunca compreendidos — não pense que eram conceitos muito complexos, me refiro a conceitos básicos –, mas muito melhor do que começar a fazer as pazes com a disciplina, comecei a notar que estava facilitando a minha vida no dia a dia, na resolução de problemas, encontrando mais facilmente as soluções e melhorando a minha capacidade analítica. Logo percebi que os conceitos de lógica estudados na matemática foram os responsáveis por este acontecimento. Mas esta observação ainda era (e ainda considero de certa forma) muito superficial para mim, queria entender realmente o porquê deste “fenômeno”. Neste processo me dei conta que esta “falta de noção de conceitos básicos de lógica” afeta a maioria dos brasileiros e isso realmente é chocante porque afeta a vida intelectual e social como um todo. Foi a partir deste momento que decidi me tornar oficialmente uma estudante de matemática.”

Nani Selestrim