Mãos de Marta, Coração de Maria

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Já faz um [bom] tempo que eu não venho aqui, e não só porque o tempo anda curto, já que o mais justo seria dizer que ele anda mal administrado. E como não poderia deixar de ser, venho refletir um pouco sobre isso, para ajudar a mim mesma, e quem sabe outra pessoa que esteja lendo [se calhar, recebo algum conselho, rs].  De início, para quem não sabe, estou grávida mais uma vez [Lupita está com 11 meses] e esperamos o bebê para agosto. Graças a Deus!

O início da gravidez sempre me deixa indisposta, o que colabora para minha péssima administração dos afazeres. Por isso, estava dando uma olhada num livro americano que traz uma introdução interessante sobre a passagem do evangelho em que Nosso Senhor está visitando as irmãs de Lázaro, Marta e Maria [A obra se chama Smart Martha’s Catholic Guide for busy moms]. Eu sempre gostei muito dessa passagem, sobretudo porque falta em mim tanto a virtude de uma como da outra:  nem sou excelente dona de casa, nem sei deixar as preocupações do cotidiano para escolher a “melhor parte”. Em outras palavras, eu preciso ser igualmente uma melhor “Marta” e uma melhor “Maria”, já que definitivamente tenho de desempenhar as duas coisas. Os filhos – diz a introdução do livro – têm necessidade [é esse o termo] de uma mãe-Marta que organize a vida de família, e uma mãe-Maria, que coloque Jesus Cristo como centro de sua vida, dedicando-se à oração e aos exercícios de piedade. A partir deste conceito, a autora desenvolveu todo um apostolado, com livros e palestras, percorrendo várias cidades de seu país para ajudar mães católicas que, como eu, necessitam de incetivo e conselhos para alcançar as duas virtudes.

Primeiro: ser uma mãe-Marta. Certamente a perspectiva de ficar em casa sempre me pareceu – além de uma forte obrigação quando se têm filhos pequenos completamente dependentes de nossos cuidados – algo prazeroso.  Á distância, no entanto, enquanto eu estava noiva, não me parecia que seria tão difícil; quero dizer com isso que pensei que as horas do dia fossem suficientes para cuidar de todas as coisas com certa “folga”, quem sabe até mesmo sobrando algum tempo livre para eu me aprimorar mais, me dedicando à leitura, costura, etc. “Não quando se tem bebês”, afirmou em algum lugar a autora do livro que citei. “Me lembro da época dos bebês e das crianças ainda pequenas. Sim, é a parte mais difícil”. Que bom que não sou a única!

É claro que a esta altura, eu já me acostumei com o ritmo de levantar cedo com Lupita e dormir praticamente tão cedo quanto ela (passei a dormir mais cedo desde que fiquei grávida mais uma vez); somente quem se dedica a educar e viver o tempo com o seu filho o dia inteiro sabe o que é passar horas no chão brincando com ele e atendendo as suas necessidades. Cozinhar, arrumar a casa e lavar roupas é um desafio. Principalmente cozinhar. Gostaria de fazer pratos mais diversificados e gostosos, mas tem dias que nem eu aguento repetir a mesma comida!

Marta foi repreendida por Nosso Senhor no evangelho por estar ocupada com muitas coisas, enquanto a “melhor parte, a necessária” era negligenciada. É claro que se trata da vida interior, pois muitas vezes podemos nos esquecer de que, sendo mães, precisamos igualmente fazer exercícios de piedade, penitências, orações, adorações ao Santíssimo… corremos de um lado a outro para cumprir bem as tarefas, e de alguma forma, nosso inconsciente pode estar nos pregando uma peça… a de que esta dedicação, estes serviços, estão suprindo nossa obrigação de estar com Jesus. As muitas coisas são as obrigações diárias – que muitasvezes são criadas e exageradas por nós mesmas. É mesmo necessário lavar roupas todos os dias?  É o conceito de “super-mãe”, que engana ainda mais aquelas que ainda se impõem a chamada “rotina-dupla”, trabalhando fora do lar. Não raro, muitas mães me escrevem, narrando o quanto são capazes de trabalhar no escritório, cuidar dos filhos de 7 e 3 anos, organizar o lar – tudo em suma, sem deixar de ser boas e devotas mães. “Apenas não é a minha vocação (??) ficar o tempo todo em casa com meus filhos”, escreveu uma.  Mais honesta foi uma blogueira que li outro dia (que não é católica nem cristã) dizendo que ao colocar ao filho de 1 ano e meio na creche estava terceirizando a educação dele; no entanto,ela “não queria e não podia” deixar o emprego, já que não se via “cuidando o dia inteiro de filho”.

Segundo: ser uma mãe-Maria. É ainda mais complexo e exige muito mais de nós. Que será da mãe, se não reza em primeiro lugar por si mesma, e em segundo, pelos seus? É capaz de chegar ao fim do dia, esgotada de cansaço, sem ao menos dedicar um terço a Deus? O tempo de recolhimento é tão solene quanto a Páscoa ou o Natal? As crianças vão à igreja aos Domingos e não sabem ao certo do que se trata? Novenas em casa, festas litúrgicas, santos padroeiros da família, altar doméstico, leitura espiritual compartilhada… tudo isso soa à você como um idioma estrangeiro? Então, está na hora de rever suas tarefas (sejam elas quais forem) e escolher, urgentemente, a melhor parte.  “Nós precisamos de um relacionamento com Jesus Cristo”, nos lembra Tami Kiser, autora do conceito “Smart Martha”. Se não é a mãe quem decide e coloca em prática como será a devoção familiar, esta acaba praticamente fadada a não acontecer. Seus filhos e esposo irão vivenciar a igreja doméstica que você organizar.

Fazer tudo enxergando Jesus Cristo: isso inclui se dedicar à casa e aos filhos. Rezar enquanto organizamos a louça, por exemplo. E jamais se esquecer de procurar um tempo, exclusivo, para a nossa vida espiritual. Não é possível prescindir de fazer comida diariamente, mas  é possível incluir muitas orações enquanto a comida vai sendo preparada. Esse tipo de atitude me ajudou muito. Atualmente, estou planejando as atividades da Semana Santa e da Páscoa. Como eu moro muito longe das igrejas, o jeito é fazer muitas das coisas em casa mesmo: a Via-Sacra das sextas-feiras durante a quaresma pode ser feita em casa usando a imagem de um crucifixo. Neste caso, não se ganha as indulgências concedidas à Via-Sacra percorrida nas igrejas, mas se obtém graças mesmo assim.

Gostaria de dividir com vocês como anda meu progresso, mas não vou prometer nada, visto que meu tempo está bastante reduzido. Faço votos de que todas nós possamos melhorar e ter as mãos hábeis de Marta e o coração dedicado de Maria.

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21 comentários sobre “Mãos de Marta, Coração de Maria

  1. Te entendo, me solidarizo e oro por ti. Não tenho tempo para escrever mais…Que Nossa Mãe Maria nos ajude a sermos melhores e a encontrar a paz.Beijos e parabéns.Marcia

  2. Eu faço isso quando estou em casa, rezo várias vezes enquanto arrumo as coisas rsrs. A maior parte de minhas penitências são feitas em movimento, seja em casa limpando e cozinhando, seja na rua caminhando para o trabalho. Se não for assim, não dá. Só paro para fazer o Rosário, e mesmo assim quase nunca posso fazer todo de uma vez.

  3. Querida Luciana,

    Já estava com saudades dos seus textos inspiradores. Parabens pela sua gravidez, pelo blog e pelo seu apostolado. Peço a Deus que lhe dê forças para continuar, a mim tem me ajudado muito (tenho tirado cópias de saias do seu outro blog e mandado fazer na costureira).
    Eu sou católica, casada, tenho dois filhos de 3 e de 7 anos e trabalho fora. Tenho 38 anos. Por mim estava em casa a educá-los e a cuidar do lar. Tirei curso superior, passei por vários exames para ter o posto de trabalho que ocupo atualmente e 10 anos passados continuo sem um vinculo efectivo ao trabalho, ou seja, há a possibilidade de, dada a grave crise económica que existe aqui em Portugal, ficar desempregada em breve, ou me deslocarem para longe de casa e aí será como um incentivo a deixar para trás o trabalho fora. Meu marido diz que aceitaria bem o facto de eu ficar em casa, embora com uma mudança radical de estilo de vida, mas, ao mesmo tempo, diz-me para esperar. Mas entretanto as crianças crescem. Eu ando constantemente angustiada. Peço orientação a Deus. Sinto-me mais calma quando rezo. Desculpe o texto longo, mas é em tom de desabafo e de partilha. Sinceramente não me importo de não passar férias fora, ou de reduzir o consumo (nunca fui consumista), não é o mais importante, mas tenho medo de não conseguir ajudar os meus filhos na sua educação e nos cuidados de saúde. Penso para mim própria que isso será talvez sinal de pouca fé, mas assusta-me pensar que poderei não ter condições para cuidar deles convenientemente. O que pensa a Luciana deste meu dilema?

    Beijinhos e bom trabalho.

    • SM!
      Há alguns dias tento responder seu comentário… perdoe-me a falta de tempo!
      Opinar sobre a vida pessoal de alguém é sempre difícil… considere minhas palavras apenas uma opinião geral sobre o assunto.
      Partilho das mesmas preocupações que você com relação aos filhos. Infelizmente o nosso tempo transformou essas preocupações tão genuínas, e que sempre ocuparam, afinal, o coração das mulheres, numa responsabilidade nossa, como se coubesse a nós resolver ou pelo menos sair em busca dessas soluções. Nesse ponto, faço o maior esforço que eu posso (embora nem sempre triunfe) contra esse mundo. E por que? Porque tais preocupações, levadas a estes termos, nos esmagam – como dificilmente esmagariam nossos maridos. Eu comentava com uma amiga certa vez, que passava por uma dificuldade financeira (seu marido lamentava muito por não lhe proporcionar certos confortos): “Olha, se você não falar sobre esses confortos (ela queria comprar mais roupas, pois realmente estava precisando, além deles estarem morando com os pais dela), o seu marido não irá saber que você sente tanto, e ele provavelmente nem iria notar muitas destas coisas”. A princípio, ela ficou incrédula. Depois, me deu razão. Seu marido não era capaz de perceber que ela tinha tão poucas roupas para usar, salvo se ela lhe comunicasse. Simplesmente é assim que são os homens. Eles também tem uma capacidade muito racional e pouco angustiante de lidar com as dificuldades financeiras
      (se comparado á nós) , especialmente se eles têm uma família que dá apoio. Na verdade, todo homem sente orgulho de proporcionar aos filhos aquilo que ele pode, e isto porque quase todos eles, em algum momento da vida, fazem aquele sacrifício imenso por sua família (quase secreto, eu diria) de providenciar as necessidades que os filhos e a esposa tanto precisam. Assim, os homens de outros tempos pareciam gostar de passar a velhice narrando com que suor educaram os filhos, e de como eles driblavam o fato de que, realmente, não puderam dar tudo. Porque não se tem tudo.
      Certamente você será capaz de proporcionar coisas para seus filhos, que custam absolutamente nada, se fizer a decisão de ficar em casa. Se decidir continuar trabalhando, porque considerar que assim estará contribuindo melhor para eles, tenha a consciência de que as outras coisas estarão em falta. Parece óbvio, não? Mas, muitas vezes, as mulheres esquecem disso, porque é muito, muito difícil a gente se lembrar do que não conhece. Só quem vive a realidade de estar em casa sabe quais são as outras coisas que estão em jogo. Não me entenda mal, eu também sou formada, e poderia ter um bom emprego atualmente (oportunidades continuam aparecendo), então, na minha cabeça, vez ou outra, costuma passar o carro que ainda não temos, os móveis que ainda não conseguimos completar, entre outros. Mas , como eu disse, não se pode ter tudo.
      Estarei rezando pela sua família! Por favor, reze pela minha! Deus te abençoe muito!
      Luciana

  4. SM! Luciana, é muito consolador ler suas postagens. Eu também tenho 2 bebês: Tomás de 1 ano e 7 meses e Joana de 4 meses, estou em casa com eles sempre e tenho problemas em organizar meu tempo!
    Uma graça quero compartilhar: este mês além dos exercícios da quaresma temos a preparação para renovar a Consagração a Maria – segundo s. Luis de Montfort, preparei um mural com as orações próprias da semana e leitura própria do dia. São pequenas coisas q nos estimulam!
    Parabéns pelo 2º filho.

    • SM, Kelly
      Essa ideia do mural é uma maravilha…. pode até mesmo deixar meio que “permanente” para muitas datas especiais ao longo do ano!
      Fique com Deus

  5. Luciana, me identifiquei bastante com seu texto. Primeiro porque também estou grávida novamente e tenho uma menina de dois anos, não engravidei antes por providência divina. Rezo a Deus para que ele me ilumine a ser uma mãe-Maria, não só a mim como todas nós que nos dedicamos intregalmente ao lar. O meu blog anda esquecido pelo fato do tempo ser curtíssimo e quase não tenho tempo para minhas leituras e coisas do gênero. Sou ainda um pouco atrapalhada com os afazeres domésticos do qual ocupam muito o meu tempo.

    Assim como você tenho vontade de cozinhar coisas diferentes e fazer coisas diferentes para a minha família, mas tenho uma filha que toma muito o meu tempo e é muito sapeca, isso me deixa louquinha hihi.

    Que Deus possa nos iluminar nessa nova jornada que é a gestação e que possamos cada dia mais ser mãe, esposa e mulheres melhores.

    Fique com Deus,
    Jaqueline

    • Parabéns pela gravidez! É sempre uma felicidade saber de mais mamães abençoadas.Minha filha também é uma sapeca, quer minha atenção o tempo todo… é uma menininha mesmo, não larga da mãe!
      Obrigada pelas orações!

  6. Parabéns pelo segundo baby!!!
    Que Deus a abençõe. E Maria lhe ajude a ser uma ótima mãe, uma ótima dona de casa e uma excelente contemplativa!

  7. Luciana, que alegria saber que você está grávida novamente, Provavelmente você não se lembra de mim, mas eu já acompanhei muito seu blog e o apostolado. Estou noiva (há 2 meses) e muito entusiasmada com meu noivado, espero ter um casamento abençoado e o seu casamento é um ótimo exemplo pra mim.

    • Claro que me lembro de você! Obrigada pelas palavras e estou rezando pelos dois, o período de noivado é maravilhoso, aproveite bastante, reze muito e confie em Nossa Senhora.
      Me adicione no FB. EU só vou entrar depois da páscoa. Beijos

  8. Que consolador o este texto!

    Não sou casada, nem mesmo noiva, mas atualmente moro sozinha por razões de estudo, e muitas vezes me imagino na situação futura no matrimônio. Vejo que hoje estou numa espécie de “estágio” para a minha vocação futura, pois enfrento muitas dificuldades sozinha e tenho a oportunidade de aprender a lidar com as coisas de casa ainda solteira.

    Mas na verdade, vim aqui apenas para testemunhar, embora de maneira sigilosa, que este costume de rezar durante os afazeres é um costume de um mosteiro (muito fervoroso e observante, diga-se de passagem) em que fiz uma experiência religiosa há poucos anos, prática que se manifesta mesmo muito eficaz: o Santo Rosário e outras orações eram comumente feitas durante os afazeres domésticos, como ao cozinhar ou durante a limpeza e separação de frutas recebidos em doação. Hoje, após retornar ao século, conservo esta prática… e desejei partilhar este particular com vocês, para que atestemos que se mesmo as religiosas adotam esta prática como método espiritual para a salvação das almas (oração + trabalho) do mundo inteiro, por que não, também nós, oferecermos o mesmo pela santificação da família por nós constituída? E a exemplo de Santa Faustina, ouviremos também de Nosso Senhor: “Estou transformando o seu trabalho tão pesado em buquês das mais belas flores, e o seu perfume eleva-se até Meu Trono.”

    [http://raiosdadivinamisericordia.blogspot.com.br/2012/02/nosso-trabalho-pesado-transformado-em.html]

  9. Que bom q um novo homem de Deus vai nascer em agosto! Curioso e q o blog q eu ” tento” escrever se chama “mais Marta q Maria…”. Mas eu consegui me organizar um pouco na vida domestica, 2 anos depois do fim das empregadas… Tbem tenho nível superior, as oportunidades aparecem, mas nao consigo conciliar o trabalho de casa com as crianças… Por isso, estou formando meus dois filhos para Deus… A minha parte Maria eu resolvo rezando o Rosário enquanto cuido da minha casa… Como eu me distraio muito, coloco um CD com a oração e vou rezando… Quando parei de fazer isso, ouvindo o conselho equivocado de um religioso, senti q a vida da minha família e a minha andaram de ré… Hoje, eu retomei, com dificuldade, esse costume, e tive muita ajuda do padre com quem me confesso… Essa minha aflição rendeu uma resposta do Padre Paulo RIcardo, “rezo enquanto trabalho”. Meus momentos de oração contemplativa apareceram qdo eu comecei a rezar o Rosário, e cansei de pedir na oração: MInha Nossa Senhora, a Sra.. Q foi dona de casa, me ajude! E por incrível q pareça, sinto q Ela tbem me ajuda nessa situação…

  10. Nos poderíamos tentar trazer essa autora para falar no Brasil… Quem sabe, se apresentando em Sampa? A CN vive trazendo pessoas do exterior para falar… Se vc gostar da idéia, me mande um email, q a gente troca “figurinhas”…

    • Olá Marisa,
      obrigada pelos comentários.
      Apesar do grande trabalho de apostolado da Tami, ela não é, por assim dizer, alguém tão popular que justifique uma viagem…. se pelo menos alguma de suas obras fosse publicada no Brasil… até porque ela é mãe de 9 filhos – incluindo um bebê de 1 ano – e certamente teria de ter uma boa platéia que pudesse compensar.
      Mas que eu gostaria de vê-la falar, isso sim!

  11. Pingback: “Não te culpes!” | As chamas do lar católico

  12. Salve Maria!
    Não sei o que vocês passam como mulheres casadas e mães,e nem me atrevo a opinar sobre vida matrimonial que ainda não tenho,mas para a qual sou vocacionada- orem por mim!
    Mas,desde já,tenho consciência dos deveres e das dificuldades que envolvem a construção da vida em família.
    Procuro me organizar com agenda,anotando exatamente tudo o que tenho para fazer no dia;procuro também,pregar bilhetes pelo quarto lembrando-me do que tenho para resolver;outra coisa que considero prática é que organizo todo o meu dia, na noite anterior. Pretendo adquirir também um quadro para escrever as atividades e colocar em local estratégico para olhar sempre.
    Assim é que tento exercitar a praticidade em cada atividade.
    Mas,obviamente,para quem tem crianças pequenas é muito diferente;presenciei a maternidade da minha irmã e vi como é difícil,e ela pede sempre a ajuda da minha mãe,porque trabalha e não dá conta de tudo…
    Mesmo eu,que ainda sou solteira,encontro dificuldade nas tarefas domésticas e nas minhas mil tarefas às quais me comprometo…
    Acredito que em todas as coisas Maria Santíssima está me preparando para que eu seja como você…Se Deus me permitir!
    obrigada pelas riquíssimas postagens que muito nos ensinam!
    Em Cristo.
    Giselle.

  13. Senti um certo alívio lendo sua partilha, pois também sou mãe de filhos pequenos, o Miguel de 4 e o Gabriel de 1, e agora como você , também estou grávida de meu terceiro ou terceira , graças a Deus… e muitas vezes chego a conclusão que sou péssima mãe e dona de casa. Mas não quero desistir desta missão tão maravilhosa, tenho pedido forças e instrução a Virgem Maria, e creio que ela vai gerar em mim a mulher que necessito ser para a glória de Deus e o bem de meus filhos e esposo. Que Deus nos abençoe a todas! Obrigada por este lindo blog. Cristiane.

  14. só por curiosidade, você está grávida de quantos meses ? conseguiu ver o sexo com quantos meses? eu estou bem ansiosa pra saber se o meu é menina ou menino!espero que esteja tudo bem com você e seu filhinho. Deus a abençoe. Cristiane

    • Obrigada pelos comentários! Deus te abençoe e a tua família!
      Estou quase de 6 meses… tenho até de refazer as contas! Não sei o sexo, talvez saiba hoje!! Conto com suas orações!

  15. Ah, aconteceu-me algo muito triste, estou escrevendo pedindo suas orações: eu perdi o meu bebê com 2 meses de gestação. Nossa , é uma dor tão profunda, mas senti que Deus me confortou a cada momento. Agora temos um anjo no céu. Parece inacreditável que tenham mulheres que queiram abortar seus filhos , comigo aconteceu espontaneamente, e é uma sensação tão horrível, imagine as que façam isso por livre escolha, é de fato monstruoso.
    Fique com Deus. Você é um grande modelo de entrega a maternidade, o mundo precisa cada vez mais de mulheres assim.
    Cristiane.

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