Homeschool: 10 coisas legais sobre o uso do caderno


Eu fiz uma lista com dez coisas legais sobre o preenchimento dos cadernos dos meus filhos.

1 – Indicar, no enunciado da atividade, o material a ser utilizado.

Meus filhos sempre me pediam para usar canetinha colorida onde não deviam; queriam usar lápis de cor quando deveriam usar lápis grafite. Eu passei a descrever o material necessário para cada atividade. Isso também me ajudou a variar, de modo que eles estão sempre usando coisas novas, ao mesmo tempo em que ficam felizes por seguir as instruções e ter permissão para usar as coisas que gostam.


2 – Páginas de conteúdo

Eu preencho o caderno com páginas de conteúdo, semelhante a uma apostila. O caderno acaba não sendo só para atividades, mas para apresentação de conceitos. Mesmo que eu já tenha isso impresso num livro ou cartilha: no caderno serve como revisão e eles acabam se acostumando a estudar por ele também.


3 – Xerox do material pedagógico

Se você, como eu, está usando uma cartilha ou livro didático, convém revisar no caderno ou aproveitar as imagens para criar novas atividades, mantendo uma unidade com outros materiais utilizados.


4 – Impressão de imagens ou atividades prontas

Se você não sabe desenhar muito bem, pode imprimir imagens diversas para montar atividades ou mesmo imprimir atividades completas prontas: basta colar na folha do caderno. Isso evita que as folhinhas soltas se acumulem pela casa. Além disso, as folhinhas soltas, depois de feitas, costumam ir parar no lixo com rapidez, sem que sirvam para você acompanhar o desenvolvimento pedagógico. Aqui, se eu imprimo alguma atividade, ela vai para o caderno. Isso faz com que eu  tenha meu banco de ideias num só lugar.


5 – Reutilizar figuras de livros de atividades

Eu costumo comprar livros de atividades e passatempos, que depois de completamente usados acabam por serem descartados… mas antes disso, você pode aproveitar imagens para o caderno. Ás vezes fazendo o mesmo tipo de atividade.


6 – Usar adesivos

Cartelas de adesivos são muito práticas para montar atividades criativas e bonitas para as crianças. Em poucos minutos, você cola e… pronto!


7 – Revisão do dia

O caderno de lições de casa com o papai costuma ter uma revisão do que trabalhamos durante o dia.  Não faço nada desconexo. É assim que o papai consegue ter uma visão global do que estamos trabalhando, e mais importante: sobre as dificuldades e progressos de cada um por si mesmo (e não somente pelo relato da mamãe).


8 – Usar manipuláveis pedagógicos

Aproveitando a facilidade de estudarmos em casa e termos tudo sempre à mão, as atividades do caderno costumam pedir que eles usem todo tipo de material manipulável: mosaico, escala cuisenaire, letras de madeira, números, massa de modelar…

Por exemplo: “Use as letras de madeira para reproduzir as palavras abaixo”; “Reproduza a sequência de formas abaixo usando o mosaico sobre a mesa”; “Conte quantas figuras há em cada conjunto e coloque os números de plástico ao lado” (Dimi, por exemplo, ainda não consegue fazer os números, mas sabe identificá-los).


9 – Usar livros de literatura, livros pedagógicos…

Frequentemente as atividades no caderno, especialmente aquelas que eles farão com o pai à noite, exigem o acompanhamento de outros livos. As instruções pedem: “Abra o livro de Artes… na página tal… e leiam juntos. Depois responda as questões abaixo.” Ou eu posso fazer perguntas para serem respondidas oralmente sobre um livro de literatura que estamos lendo durante a semana. Ou é necessário que o livro em questão, seja didático ou não, esteja aberto para que a compreensão da atividade seja melhor.

Esta semana, numa lição de casa, Dimi precisou de três livros e achou isso muito legal. Ele disse que estava “ansioso” para fazer a lição.


10 – Atividades sem lápis

Caderno não é apenas para ser “preenchido”. Muitas das minhas atividades são instruções para que elas ocorram fora da folha. Eu anoto algumas sugestões de atividades para a semana: aquelas que eu farei usando os meus flashcards, coisas que eu já tenho prontas ou simples jogos de música. Depois, eu vou marcando um “X” no que eu consegui cumprir. Uma estratégia que deu certo por aqui, já que eu tinha muitas ideias salvas e pouca disciplina para pôr em prática. Quando eu passei a anotar no caderno três ou quatro atividades para a semana, atingir o cumprimento se tornou meu foco!


Como vêem, há muitas coisas interessantes para o uso do caderno. Eu gosto de aproveitá-lo bem, e estou sempre em busca de coisas novas. Espero que tenham gostado!

As crianças na história + Literatura

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As Crianças na História é um dos livros que usarei com meus filhos este ano. Eu fiz um programinha para cada tópico do livro com Literatura, sobretudo contos que eu já tenho em casa. A ideia é ler com eles o tópico do livro, conversar, fazer alguma atividade como desenhar, colagens, etc. Usar o período em que estivermos trabalhando tudo isso para ler as histórias. Visualizar com literatura é um bom caminho para eles. Se você tem ou deseja comprar este livro pode querer fazer algo semelhante.

Entenda-se que não é um estudo – no caso dos meus filhos – aprofundado, mas uma oportunidade deles ganharem a noção de época, lugares distantes, passado, etc. Por vezes, as histórias batem com a época ou com o lugar, ou ainda com os costumes.

A verdade é que, dentro do meu planejamento anual do post anterior, há um planejamento dentro de cada tópico. Impressionante! Eu tento olhar para os “blocos” daquilo que eu planejei e desenvolver  – nada muito complexo – algumas formas criativas de abordagem.

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Abaixo, os tópicos do livro e o que eu encontrei na nossa biblioteca para ler sobre o tema.


Egito Antigo

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Egito Antigo: Para nós, uma ótima oportunidade para ler na Bíblia infantil, desde a história de José até o fim dos 40 anos no deserto. Assim eles podem compreender o Egito dentro da perspectiva cristã; um povo que escravizou os hebreus: um importante capítulo para o começo da história da salvação.

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Minha primeira Bíblia – capítulos desde a história de José até o fim dos 40 anos no deserto.


China Antiga

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China Antiga: um assunto que interessa muito a Lupita (ela acha os chineses e japoneses peculiares). Observar roupas, costumes, nomes, feições.

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Estas histórias estão no volume 1 de O mundo da Criança, década de 90: Contos e Poesias

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Grécia Antiga

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Grécia Antiga: sempre com aventuras interessantes, que meus filhos já gostam!

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O toque de Midas: Esta história está no volume 1 de O mundo da Criança, década de 90: Contos e Poesias

Asas!- Jane Yolen e Dennis Nolan (belas ilustrações)


Império Romano

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Vamos aproveitar para ler a nossa bíblia, nas partes da história de Jesus onde o Império Romano está mais evidente, como na crucifixão de Jesus.

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Cultura dos povos bárbaros

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Geralmente representado pelos vikings, os povos bárbaros escandinavos que invadiram boa parte da Europa no período medieval. O que eu tenho aqui que mais se aproxima disso é uma história ilustrada de Beowulf, presente no livro já citado da coleção O Mundo da Criança.

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Num castelo espanhol

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Cultura medieval clássica: você pode usar histórias de cavalarias em geral, livros que falem de castelos medievais. A história de Santa Joana D’arc. Os filmes do Hobbit. Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda.


Renascença

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Histórias de Contos de Fadas de princesas em geral. Nosso volume de Rapunzel e o conto ilustrado de Cinderela que nós temos no Vol.1 de O mundo da criança (OMDC, pela sigla que vou usar no post).

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Japão Antigo

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Nossos contos de OMDC continuam:

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OMDC tem também contos australianos tradicionais!

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Revolução Francesa

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Principalmente para mostrar a pobreza de uma época moderna, onde França e Inglaterra guardam boas histórias.

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Século 19 e 20

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Numa época contemporânea, no início do século passado. As Crônicas de Nárnia (livro e filme) e A princesinha (filme).

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É isto! Vai ser divertido!

Planejamento Homeschool 2017

Salve Maria!

Segue o meu planejamento para o HS das crianças para este ano! Quanto à rotina, ainda irei compartilhar meu quadro semanal. Também irei detalhar, mais à frente, alguns pontos do planejamento! Clique no link, quando houver, para ser direcionado.

**Comprando qualquer livro pelos meus links Amazon, você ajuda este blog! Não precisa ser o livro indicado por mim, basta clicar no link e fazer sua compra Amazon! Deus abençoe!**


Este ano eu já tenho muita coisa em casa, coisas que comprei ao longo de um ano que foi particularmente bom para livros – fui em muitas feiras baratas.  Minha meta é aproveitar ao máximo o que já tenho em casa, e devo dizer que eu costumo aproveitar bastante aquilo que eu compro.

ESTE É MEU PLANEJAMENTO PARA A PARTE PEDAGÓGICA FORMAL. Eu estou finalizando as metas espirituais e de tarefas domésticas para o ano; quando estiver pronto posso dividir com vocês.

Religião

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Eu já tenho um bom material em casa para usar com as crianças. Alguns livros já foram bem explorados, mas aqui apreciamos a repetição. Continuaremos a manter a leitura espiritual logo após o café da manhã, pois tem dado muitos frutos. Colocar a parte espiritual como primeira “atividade” do dia tem nos ajudado a ter consciência de que as coisas de Deus devem vir realmente em primeiro lugar. Outra coisa importante que aprendemos na prática é que o dia costuma ter diversos imprevistos e nem sempre é possível manter o planejamento; no entanto, alimentados espiritualmente com constância eu sinto que estou fazendo “a melhor parte”, mesmo quando não consigo sentar para fazer mais nada (sistemático, claro) com as crianças. A leitura é muito simples: lemos e conversamos um pouco. Tentamos tirar proveito e o tema costuma reaparecer ao longo do dia. É comum eles se lembrarem da leitura e contarem ao pai. Em 2016 usamos bastante “Meu livro de arte e oração” da Irmã Wendy Beckett (apenas em sebos). Este ano vamos focar na Vida dos Santos, Lições do Papa Francisco para crianças e Passagens Bíblicas para cada dia do ano.

Veja também: Coleção Alice no mundo da Bíblia.  Livro Santos e Anjos

Também manteremos o Catecismo ilustrado: fazer colagens num caderno de desenho com figuras e ir ensinando os tópicos importantes para a idade deles. Oração em família diariamente com o papai.


Alfabetização

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Eu cheguei a usar a Casinha Feliz com a Lupita em setembro, mas achei que ela ainda não estava pronta; vamos dar continuidade no meio do semestre, por volta de março. Eu uso as propostas do livro Consciência Fonológica em Crianças Pequenas como pré-alfabetização, além de livros rimados e títulos que trabalham o alfabeto.

Este ano Lupita e Dimi terão 1 caderno de atividades, 1 de caligrafia, 1 de desenho livre e 1 quadriculado cada, além de classificador para guardar trabalhinhos. 


Matemática

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Essa fase de usar livrinhos para contar será sobretudo para Dimi, já fiz bastante com Lupe. O livrinho musical é ótimo para trabalhar sequência lógica, já que a ideia é seguir o padrão das cores para conseguir tocar a música (para Lupita). Livros como “Apenas um é diferente” trabalham a percepção visual e a lógica. Para Dimi, por exemplo, ainda não está muito claro porque a figura é diferente, já que ele precisa treinar mais a observação de detalhes. O livro permite trabalhar cores, direita e esquerda, entre outras coisinhas.

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Eu tenho muitos materiais em casa – muitos jogos que não estão na foto – e pretendo explorar mais este ano. Neste período de planejamento eu já deixei algumas coisas prontas para facilitar; fora isso estou contando com as atividades do caderno quadriculado e 2 livros de atividades de matemática:

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Selecionei mais 2 livros da Coleção Tan Tan. (Se você não conhece, esta coleção traz pequenas histórias para trabalhar conceitos matemáticos… há muitos temas)

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O caderno quadriculado será nosso grande apoio para trabalhar matemática, juntamente com a escala cuisenaire. Os 2 usam o caderno. Lupita faz atividades mais desenvolvidas, como escrever os números; ambos usam as hastes para fazer desenhos.

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Ciências

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Investiremos no Nosso Livro de Estudos Naturais: vamos deixá-lo ricamente preenchido este ano. Alguns volumes da Coleção Mundo da Criança (década de 90) são particularmente interessantes para o nosso estudo. Embora boa parte do conteúdo em si seja próprio para crianças mais velhas, consigo aproveitar muitas informações visuais com as crianças. O bom é que sendo um livro de enciclopédia, temos tempo e constância para conhecê-lo a fundo. Volumes: O Reino Verde, Mundo Animal e Natureza em Perigo.

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Outros livros da nossa coleção:

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Nosso Sonho a médio prazo é ter uma mesa/estante de estudos naturais, inspirada nesta; potes para achados, cestinhas, livros vivos de natureza, binóculos e lupas para exploração. Inspire-se você também!

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História

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Estes dois livros são muito bons e possíveis de serem trabalhados com crianças de todas as idades. “Crianças como você” foi bem usado este ano, mas eu vou manter no primeiro semestre para fazer duas ou três atividades. “As crianças na história” nós ainda não usamos, mas eu já montei um programinha para trabalhar, utilizando literatura para cada “mini-capítulo” e pretendo dividir com vocês aqui no blog! A maioria das histórias eu já tenho na nossa biblioteca. Também fazemos scrapbook com os temas trabalhados em historia.Trata-se de uma seleção de contos para que meus filhos visualizem melhor os modos de vida em diferentes épocas e lugares. Aguardem!


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Materiais que eu já tenho em casa. Para a fase inicial dos meus filhos, os livros de Arte de Lucy foram bastante explorados nos seus conceitos. Eu provavelmente irei deixá-los apenas para eles olharem livremente. O livro aberto de colorir é Meu livro de Arte de colorir, que ainda não terminamos. O outro é o volume Fazendo e Brincando de O mundo da Criança. Já fizemos algumas atividades e eu pretendo continuar me guiando por ele.

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Leitura em Voz Alta

Como vocês sabem, todo mês eu faço cestas de livros para as crianças. Basicamente, lemos livros diferentes todos os dias. Mas desde o ano passado há livros que eles acabam “lendo” por mais tempo; são mais profundos e interessantes, e falamos sobre eles constantemente. Ano passado foi O Hobbit (versão em quadrinhos, muito bem adaptada e completa) e As Crônicas de Nárnia – O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa. Ainda estamos lendo O hobbit (já lemos completo duas vezes, diga-se) porque é uma de nossas histórias favoritas. Vamos continuar com a leitura em voz alta de Príncipe Caspian. Estas leituras, eu devo dizer, não são exatamente leituras indicadas para a faixa etária dos meus filhos, são “leituras para crianças de todas as idades, incluindo os adultos” – e com isto eu quero dizer que são leituras feitas de forma gradual, com muita conversa, complementada pela série de livros mensais das nossas cestas. Digo isto porque seria um equívoco pretender que crianças de 3 e 4 anos migrassem logo para uma literatura mais complexa; é verdade que eles se divertem e aproveitam, e justamente por não subestimá-los, gostamos de ter estes momentos.

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Aqui, uma seleção de nossa biblioteca pessoal que eu pretendo focar no primeiro semestre. Temos 3 edições ilustradas das Fábulas, 2 de Esopo e 1 de La Fontaine. As Edições Loyola lançaram esta por volta do fim da década de 90,encontrada em Sebos. Bem ilustrada e colorida, para ler e reler praticamente todos os dias. O livro de Contos de Fadas traz lindas ilustrações e uma seleção com ótima narrativa. Será o nosso livro de Contos de Fadas do ano (custou apenas 23 reais, estava na promoção na livraria da Folha; também é uma edição de mais de uma década atrás, mas acredito que você encontre na Estante Virtual).

O conto maravilhoso do Tsar Saltan, do escritor russo Puchkin tem belas ilustrações e excelente linguagem. Ainda não relemos (comprei numa promoção da Amazon por 11 reais!); eu peguei ele na biblioteca uma vez, mas nem conseguimos aproveitar muito.

Norberto Nucagrossa é do escritor alemão Michael Ende (simplesmente o meu escritor preferido). Tem um texto longo e um tanto complexo – à moda do próprio Ende -, mas acreditem: meus filhos adoram. Não compreendem tudo, mas acham fascinante a história do rinoceronte bravo que acaba perdendo a couraça por um ardil filosófico. E tem muito das fábulas (assim como Nárnia), com a audiência dos bichos!


Culinária

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Cozinhar é uma atividade lúdica e divertida que sempre os anima, por isso eu comprei dois livros de receitas bem atrativos para eles, com receitas viáveis. Eles sempre me ajudam, mas acabamos fazendo as mesmas coisas… agora, já testamos algumas novas! A cada duas semanas (sem dia fixo), fazemos uma “aula completa”.


O que está faltando: Música. Eu peguei um planejamento de apreciação musical com uma mãe, com clássicos. Vou começar por aí, embora eu queira muito investir neste campo, com uma professora de canto talvez. Nos coloquem em suas orações. CLIQUE ABAIXO PARA VER O PLANEJAMENTO:

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Espero que tenham gostado! Ainda tenho coisas a aprimorar! Fiquem com Deus!

Ensinar Ciências – Parte 2


ESTE POST É UMA CONTINUAÇÃO DO ANTERIOR, ENSINAR CIÊNCIAS: UMA DEFESA. 

Dimi ama regar as plantas


Como prometido, este é o post para mostrar como está sendo o caminho percorrido pela nossa família para aprender Ciências de verdade! Em primeiro lugar – e por razões até óbvias, especialmente para quem leu a primeira parte do texto – tudo têm sido feito aos poucos, a medida em que meus filhos têm necessidades novas. Basicamente, a minha contribuição será mais útil para quem tiver filhos na faixa etária dos meus.

No entanto, servirá a todos de uma maneira geral por dois motivos: o princípio da minha busca é simples e útil para quem quiser montar o próprio currículo. Além disso, eu posso indicar alguns materiais que encontrei no meio do caminho, mas que ainda não se destinam aos meus filhos.

Dois princípios gerais guiam o nosso aprendizado:

1 – Estudos Naturais

2 – Experiências

Por Estudos Naturais eu quero dizer: Inspirada na perspectiva de Charlotte Mason, proporcionar aos meus filhos um contato constante com a natureza, trabalhando a observação, pesquisa e sensibilidade. Por experiências eu quero dizer aprender as coisas a partir de investigações, postas à prova, de conceitos de ciências em geral.

Pronto. Aí está, de maneira bem resumida, a nossa filosofia para os anos iniciais da educação infantil. Deve haver outras coisas mais adiante, quando o ensino fundamental têm suas próprias exigências. Vou ilustrar com atividades do cotidiano, como tenho feito para colocar estes dois princípios em prática. Mas, antes, uma palavra sobre como eu costumo me orientar:

Basicamente, eu aconselho você a fazer o mesmo que eu: veja como as famílias homeschoolers americanas estão trabalhando aquilo que você quer fazer. Pode ser qualquer coisa. Nenhuma família é igual a outra, por isso, eu olho muitas famílias ao longo do ano: salvo as imagens de atividades ou livros no meu Pinterest (ferramenta muito útil, faça já a sua conta!), pois assim tudo fica organizado em pastas fáceis de serem acessadas. Eu também pesquiso alguns currículos americanos prontos e consulto o material deles. Muitas famílias se sentem frustradas por não termos um currículo pronto para HS; eu digo que adoraria ter o mercado americano disponível, mas continuaria montando o meu personalizado – isto é, pegando daqui e ali o que se encaixa melhor com a minha família. Pensando assim, eu consigo neutralizar a frustração de não ter este mercado, porque a verdade é que o nosso mercado editorial – pasmem – não é dos piores, e é possível encontrar similares.

Pois muito bem. Filhos de qualquer idade podem cumprir os Estudos Naturais sem nenhum “livro didático”. É muito simples, mas permite muita dedicação. Como atividade formal (você pode chamar isto de seu livro didático, se quiser) tenha um caderno de folhas sem pautas para a confecção de um journal – termo sem equivalente que quer dizer mais ou menos diário de registro com colagens, desenhos e observações em geral. Você pode criar um journal de pássaros, insetos, natureza em geral, animais, etc. Depende do foco de estudo dos seus filhos. Eis o nosso:

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Meus filhos são pequenos, por isso, é um journal no qual eu participo muito. O pássaro é minha tentativa de desenhar um garrincha, muito popular na nossa região. Ele fez um ninho no nosso telhado. Não sabíamos o seu nome, agora sabemos um pouco mais sobre ele. As folhas e flores são de nossa vizinhança. Um dia inteiro para colher; duas semanas secando em folhas de jornal prensadas; um dia para colagens e registro – quando eu aproveito para ensinar conceitos. Nós comparamos o estado das folhas e flores vivas com as das páginas; coloco as crianças para cheirarem as flores que ainda estão na frente de casa ou na nossa rua e comparamos com as secas. Eles mesmos são capazes de perceber: perdeu o cheiro, secou, perdeu a cor, etc. Eu não chego com o “assunto” pronto: “Lição sobre a diferença de uma flor viva e uma flor morta“. Nada disso. Isto seria fazer ciências do jeito errado, mais ou menos como os livros das nossas escolas, descrevendo o crescimento de uma planta. Nós já observamos o crescimento de uma planta: por semanas, plantando uma na frente de nossa casa. Imagine que somente agora, dois anos depois, ela deu uma flor roxa. Estamos impressionados.

Como diário, para fazer o journal você pode fazer uma pequena lista prévia do que gostaria de abordar ao longo da confecção do mesmo, desde que você se mantenha flexível. Um direcionamento é desejável, mas é preciso lembrar que um estudo natural envolve aproveitar os momentos que a vida lhe oferece. Eu não sou exatamente uma pessoa conectada à natureza, mas adotei o princípio de parar e prestar atenção nas paisagens naturais ao meu redor, e sempre que estamos num lugar novo eu aproveito a chance para mostrar as árvores, animais, guardamos folhas, flores, pequenos frutos.

Mas claro que não é tudo prático ou natural:  eu sempre uso livros criativos para aprendermos nomes de flores,relembrarmos como se deu o processo que observamos. Porque os livros são muito importantes: apenas em Ciências não se deve aprender a partir da descrição de coisas que você precisa compreender na vida real. Isso me lembra que…

… os Estudos Naturais são completados com o estudo de “Livros Vivos”

Sem dúvida, eu preciso fazer um post elucidativo para o conceito de “livro vivo” de Charlotte Mason. Você pode aprender mais AQUI.   São livros que se mantém verdadeiros ao tema a que se dedicam, por serem inspiradores e não meramente catálogos; escritos por autores que entendem e se dedicam ao assunto. Um exemplo bem palpável: se você está interessada em livros de receitas… Ora, um mero fascículo de receitas, com a descrição do passo a passo de cada prato, compilado por alguém que não faz questão de aparecer na publicação e dizer algumas palavras sobre os alimentos, nutrição, etc., definitivamente não seria considerado um “livro vivo” do gênero. Em contrapartida, um livro de receitas infantil de Annabel Karmel é um livro vivo do gênero: nele você percebe a dedicação ao assunto, informações adicionais relevantes que inspiram, além de informarem. Como veem, não é uma catalogação precisa, mas uma observação da tendência do livro: algo que você só aprenderá após alguma prática.

Eis alguns de nossos livros vivos usados em Ciências:

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Livros pequenos, extensos, ilustrados, mais didáticos… são muitos estilos. A editora Usborne, embora nem sempre tenha obras autorais, costuma ter livros vivos de ciências, principalmente em inglês (há livros dedicados a plantas, insetos, animais). François Crozat lançou esta coleção de livros de animais que, além de uma fofura, descreve tudo de maneira muito natural.


Para fazer experiências, nesta fase da educação infantil, não é preciso investir muito. O pinterest permite que você encontre rapidamente o passo a passo de qualquer experiência, bastando buscar os termos, principalmente em inglês. Uma pesquisa em currículos americanos (Mother of Divine Grace, Memoria Press, Seton Homeschool, Sonlight Homeschool) pode mostrar o que geralmente é trabalhado em cada ano. Eu costumo fazer um “mix” daquilo que eu acho relevante e possível para a nossa família, geralmente no meu período de pré-planejamento (como agora).

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Experiência das cores

Há algumas publicações no mercado brasileiro. Estas são algumas:

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1- Grandes ideias para pequenos cientistas, da editora Usborne, traz 365 experiências. Com certeza é um livro para acompanhar durante todo o ensino fundamental I

2 – Pequenos Cientistas – uma coleção voltada para crianças de 2 a 6 anos. Passo a passo, ricamente ilustrado, de  experiências temáticas

3 – Coleção Jovem Cientista – procure em sebos. Experiências para crianças, detalhadas e fáceis de fazer. Creio que a partir dos 7 anos a coleção é melhor aproveitada, e pode ser usada até uns 14 anos. AQUI VOCÊ ENCONTRA O PDF de vários volumes.


Definindo o seu próprio currículo de Ciências.

 Um passo a passo bem básico de como eu costumo montar aquilo que vou utilizar com os meus filhos, só para dar uma luz (tenho certeza de cada família poderá traçar seu próprio caminho, a partir de algumas ideias):

1 – Se você está totalmente por fora do que sejam bons currículos de ciências/homeschool, LEIA ESTE POST. Nele você conhecerá vários currículos de Ciências, poderá visitar os sites onde quase sempre eles oferecem uma pequena amostra em PDF do material. O Real Science for kids é o material que a Jessica do Shower of Roses costuma usar com os filhos, e que a Géssica Hellmanm, do Valorizando o Conhecimento, também (Ou seja, DEVE SER BOM MESMO). No SITE você confere todo o catálogo e pode comprar diretamente pela Amazon Brasil!

2 – Atualmente, eu me guio por dois currículos: Memoria Press e SONLIGHT. O que eu gosto deles é que, além de um material próprio, eles indicam muitos livros complementares para cada disciplina; alguns dos quais eu já encontrei tradução no Brasil, outros que me inspiram para buscar títulos similares. Como são baseados – em parte –  em indicações de livros, eu tenho em mente montar uma boa cesta de livros, usando o que é possível encontrar no mercado editorial brasileiro, e em casos bem selecionados, eu importo poucos títulos.

Por exemplo, em Ciências, o Sonlight indica para a faixa de 4 anos os livrinhos da serie Wells of knowledge Science, que você encontra na Amazon Brasil por 32,00 ou 23,00 a versão kindle. Outro livrinho é “What’s under the sea”, que eu substituí pelo livrinho Animais Marinhos (outra opção para crianças maiores é Fique por dentro do fundo do mar, da editora Usborne). Como vê, é um trabalho de adaptação, que me custa algumas horas de pesquisa, olhares em bibliotecas, catálogos de editoras… até eu ter os títulos similares localizados em bibliotecas da minha cidade, sebos e listas para compras (sim, eu realmente faço o dever de casa!)

O Memoria Press tem sempre uma lista de livros de Ciências para leitura complementar, a partir dos 5 anos. Definitivamente, eu não sou rica para comprar todos os livros dos currículos que me encantam… por isso, eu uso boa parte dos títulos como temas que eu simplesmente vou abordar e miro naqueles que eu até mesmo investiria importando, se valer muito a pena. Tenho tido sucesso em observar o tema do livro indicado e encontrar um  no mercado editorial brasileiro que aborda o mesmo tema ou algum tangente. Equilíbrio, orçamento, pesquisa (bibliotecas e sebos) são meus grandes aliados. O principal é você perceber o quanto tudo isso pode ser feito adaptando o currículo ao orçamento. Até a Lupita fazer 2 anos, eu investia muito pouco (cerca de 50 reais por mês) no homeschool, porque foi uma fase de muita dificuldade. Eles eram pequenos, eu pude fazer os brinquedos e montar atividades. Tudo depende de cada família. Eu digo que mesmo que você não pudesse investir em nenhum livro de ciências para o próximo ano, conhecer todas estas informações lhe ajudaria a buscar em bibliotecas e na internet aquilo que você pode abordar em casa. O bom do HS é justamente o fato de que você pode adaptar muito.

3 – Preparar com antecedência uma caixa com o material útil para os estudos de Ciências ajuda bastante. Dê uma olhada em experiências simples que usam barbantes, corantes de comida, tesouras, fitas adesivas, etc.: reúna algumas que usem os mesmos materiais básicos, imprima pelo menos as 5 próximas que você fará com eles e deixe organizado. Dessa forma, você não protela e já tem à mão um mês de trabalho.

O modelo das cestas de livros, journal e experiências é um modelo que serve para todas as idades – mesmo – , mas a partir dos primeiros anos do ensino fundamental I os pais se veem na necessidade de um livro didático mais sistemático, e neste caso eu aconselho selecionar um no mercado americano e comprar. Para quem não sabe inglês, eu indicaria assim mesmo, se possível comprando a versão kindle (se houver) porque é mais barata. Isto para que pelo menos você veja, com a ajuda de alguém, como é possível trabalhar os conceitos com as crianças e possa providenciar um material próprio. Estou indicando isso porque como o ensino de Ciências é um fracasso no nosso país, esta me parece a alternativa para o futuro (pelo menos, para mim).

É isso! Espero que tenham aproveitado. Quando eu divulgar o meu planejamento 2017, posso indicar os livros que eu pretendo trabalhar!

Fiquem com Deus!

Como ensinamos… História

Salve Maria!

Este post faz parte da série “Como ensinamos…” onde eu gostaria de mostrar como estamos fazendo neste momento a nossa educação domiciliar. Sem dúvida, há muito para aprender e aprimorar! A prática tem me ensinado mais do que os livros… os princípios e os bons exemplos de outras famílias me inspiram! (Veja o post de Ciências AQUI)

Literatura: um ponto de partida para crianças.

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Conforme já mencionei em outro post, eu acompanho alguns currículos norte-americanos e é uma tendência que, no homeschool, as crianças na fase da minha filha (“kindergarten”) sejam introduzidas às diferenças culturais através dos diferentes povos. A ideia é muito simples: há pessoas diferentes no mundo, que estão imersas em outras culturas, outros países. Tudo isso é muito rico: um estudo assim permite um olhar sobre o folclore tradicional dos lugares. Não é indicado nestes currículos que eu mencionei, mas na nossa casa decidimos que o ponto de partida para a história será, sempre que possível, a Literatura (uma ideia clássica). Então, escolhemos livros que falem de histórias ambientadas em outros países. Nada melhor que os contos de fadas, fábulas e histórias tradicionais. Sempre que possível, opte por edições em que as ilustrações sejam igualmente ricas culturalmente. Esta edição de “As mais belas fábulas russas” atende esta necessidade: os personagens usam roupas tradicionais da Rússia. Lembre-se de que as crianças são muito visuais.


Nosso intuito, este ano, é contemplar as culturas: Russa, Árabe Moderada, Japonesa e Chinesa, Brasileira I, Européia I.  Conforme o ritmo, é possível que contemplemos outras culturas. Estes são os livros de literatura escolhidos para cada uma das culturas:

Russa: As mais belas fábulas russas, conforme imagem acima.

Katchanka, do escritor usso Tchekhov

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*Importante*: o ensino de História pode ser muito lúdico se você aproveitar a ocasião para ouvir as músicas folclóricas do país (meus filhos gostaram de música folclórica russa!), testar uma receita típica (comida chinesa eles já provam), customizar uma fantasia com feltro (quimono japonês, chapéu russo), usando E.V.A., etc. E obras de arte, então? Estamos apaixonadas pelas pinturas orientais chinesas! 

Apenas: faça aos poucos e sem superestimar a atividade. O que eu quero dizer com isso: Não tente fazer “A” fantasia como se seus filhos fossem à um baile. Uns pedaços de panos, mesmos sem costurar, amarrados com um cinto, já servem. Crianças precisam fazer de conta, experimentar, e o trabalho imaginativo é justamente transformar aqueles panos que apenas lembram um quimono japonês em um quimono autêntico. E brinque com eles: faça perguntas, faça vozes engraçadas, divirta-se!


Árabe: Os mais belos contos das Mil e uma noites

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As histórias clássicas das Mil e uma noites são excelentes. Nós já passamos um pouco da noção de que há povos diferentes com crenças diferentes;  eu procuro pular as partes que falam claramente de outro Deus que não é Cristo, pelo fato deles ainda não terem maturidade – em qualquer cultura que eu esteja lendo. Uma abordagem assim valeria um post, mas a verdade é que eu não complico muito: pulo e leio a história como um todo. Simples assim.


Japonesa e Chinesa: Histórias tecidas em seda.

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O pote vazio, Demi

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Dois livros lindos para introduzir o lado japonês e chinês, respectivamente. Minha filha também gostou muito do desenho animado Mulan. Ano passado estudamos especificamente o Japão, e ela até ganhou uma kokeshi!


Histórias à brasileira, Ana Maria Machado

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Folclore brasileiro de uma maneira mais “saudável” e fácil de filtrar, é só pular algumas histórias que você julgar forte (à exemplo dos contos de Grimm). Ana Maria Machado reuniu nos vários volumes de Histórias à brasileira contos típicos do nosso país e histórias clássicas adaptadas e devidamente abrasileiradas.


 

Contos de fadas: Vários

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É claro que minha filha ama os contos de fadas e eu tenho muitas edições diferentes. A edição acima tem vários títulos e é recontada pela renomada autora Maria Heloísa Penteado. São recontados, porém fiéis; com linguagem mais literária e belas ilustrações, as edições da Ática são mais atrativas para crianças. A desvantagem é que algumas estão com preço elevado para a simplicidade da edição. A edição completa da Cosac Naify tem a vantagem de reunir todos os contos de Grimm, numa tradução fiel, mas as xilogravuras não são interessantes para crianças. Além disso, você notará que uma boa parte dos contos de Grimm contém cenas fortes e finais nada felizes; alguns beiram ao nonsense… eu tenho e vou filtrando. Geralmente, eu leio a história e conto de cabeça (no caso da Cosac).


 

Livro Crianças como Você

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Este livro traz imagens de crianças de várias partes do mundo, com curiosidades e detalhes bem explicados. Claro que no caso dos meus filhos eu não vou ler todos os detalhes, mas conversar sobre alguns deles de maneira geral. A proposta do livro se encaixa perfeitamente nesta noção de ir explicando as diferenças culturais através dos povos – melhor ainda, através de crianças!


Conforme mencionei em post anterior, outro livro que me ajuda nesta proposta é “Gente de todo o mundo”, da Coleção Mundo da Criança (década de 90).

A ideia, claro, é durante o ano prestar atenção em livros que possam enriquecer a nossa proposta, especialmente porque temos o hábito de alugar livros nas bibliotecas todo mês.

Nossos projetos incluem a confecção de um scrapbook com colagens referentes às diferentes culturas e brincar muito ao redor dos livros – exatamente como explicitei no post, que já é nosso costume: fantasiando, fazendo uma receita, um trabalho manual.

Espero que tenham gostado!

Fiquem com Deus!