Como ser família – Padre Paulo Ricardo

Salve Maria!

Não sei se vocês já estão sabendo deste maravilhoso projeto do Padre Paulo Ricardo: Como ser família! As informações ainda são poucas, mas já se percebe que será um conteúdo valioso sobre educação dos filhos, família católica, deveres dos esposos, como amar e cuidar cada vez melhor de toda a nossa família! E tudo isso vindo de um sacerdote tão bom e dedicado como o Pe Paulo! Por favor, não deixe de conferir!

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Inscrições para o curso Pedagogia Católica para Aplicação das Famílias – Nova turma!

Salve Maria!

Como a maioria de vocês já sabe, Luciana e eu criamos o curso Pedagogia Católica para aplicação das Famílias e o oferecemos pela primeira vez no segundo semestre do ano passado. Agora, decidimos reabrir as inscrições para o curso, criando assim a segunda turma (e última: explico no final desse post).

As inscrições serão abertas no dia 26/01 (segunda-feira) e colocaremos o link para inscrição aqui no blog. Mas, as primeiras pessoas que receberão esse link serão as que estiverem cadastradas na nossa lista de e-mails (newsletter) no site http://www.chamasdolar.com. Para garantir sua vaga, é interessante que você se cadastre lá e receba o link em primeira mão :).

Neste curso damos uma visão geral sobre as ideias pedagógicas do Catolicismo, abordando seus aspectos teóricos e práticos. Tudo isso apoiado no Magistério da Igreja, nos escritos de santos e renomados estudiosos católicos (abaixo, você verá uma lista com alguns dos temas das aulas).

O curso acontece na nossa plataforma de ensino online http://www.chamasdolar.gmembers.com.br, de modo que você pode participar de qualquer lugar do mundo! Um curso em 12 aulas + aulas e material extra, além de todo o suporte para dúvidas via e-mail.

BannerVendasAlguns dos temas das aulas:
  • Visão Geral da Filosofia da Educação Católica
  • Leis da Educação Católica (baseada nas ideias do Beato Newman)
  • Breve História da Educação Católica
  • Pedagogia  Católica como Regra de Vida Intelectual, Moral, Ascética e Litúrgica
  • Como Ensinar Moral
  • Vida Litúrgica em Família
  • … entre outros.

Valor do curso: R$270 (pode ser parcelado em até 6x)
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Como disse acima, será a segunda e provavelmente a última turma do curso. Nos empenhamos muito em preparar este curso e confesso que me surpreendi com o resultado: o tema é excelente e vastíssimo, dando margem para discussões importantíssimas sobre a educação em geral. E isso aconteceu de tal modo que nos vimos envolvidos em vários outros projetos que derivaram da preparação do curso. Assim, decidimos nos dedicar neste ano de 2015 a desenvolver esses outros projetos (que surgiram como reflexões a partir do curso): produção de material didático, livros, apostilas, etc.

Isso quer dizer que não estamos encerrando as atividades do Chamasdolar.com, mas sim ampliando-as e tentando produzir conteúdos que possam ser aproveitados a partir do curso. Então, nosso papel agora será tentar dar o complemento para aquilo que explicamos nas aulas de Pedagogia Católica para aplicação das Famílias.

Eu disse provavelmente, pois essa não precisa ser uma decisão definitiva, mas que já está tomada para o ano de 2015. Neste ano não abriremos mais turmas para o curso. Mas, como disse, é por um motivo igualmente bom!

Então, aproveite a oportunidade de estar conosco nessa nova turma e discutir sobre a Educação Católica!

Fique com Deus,

Vladimir

A sabedoria que desprezamos: ou, o que as canções de ninar podem nos ensinar sobre educação

Por Vladimir Lachance

Salve Maria!

547805_256397161179242_2080404418_nVocê já cantou o “boi da cara preta” para seu filho hoje? E você já se perguntou alguma vez quando esta singela canção foi criada? Quem é o seu autor? Creio que, como eu, você nunca nem sequer tinha pensado no assunto.

Pois é… eu me peguei pensando nestas coisas essa semana. Mas, com a agenda cheia de trabalhos, acabei deixando essas dúvidas no fundo da mente e voltei para minha rotina. Acontece que toda vez que eu pegava o Dimitri no colo e começava a cantar a monótona canção de ninar, as dúvidas voltavam e se misturavam à letra…

Então, assim que coloquei o pequeno no berço, me pus a pensar no assunto novamente. E percebi que eu tinha uma outra dúvida, que me parecia anterior a todas as outras e mais importante: porque cantamos essa canção, que nem sabemos quando foi criada e nem por quem? Porque minha mãe, minha avó, talvez minha bisavó, etc., cantavam o “boi da cara preta”?

Passei a refletir sobre isso… E pensei em todas as outras canções de ninar. Como todas são monótonas, geralmente entre tons médios e graves, sem muitos altos e baixos e quase sem variação de volume. Pensei, ao mesmo tempo, nas tentativas modernas de criar novas canções de ninar: aqueles cds chatinhos com versões de mpb ou rock para bebês, com xilofones e vozes meio Fernanda Takai; uma moda que só pegou entre gente ávida de novidade, que acha que inovar é dar o melhor para os seus filhos. Em geral, as pessoas ainda continuam ninando seus filhos com as velhas e desanimadas canções de suas avós.

E o que isso quer dizer? Deve haver alguma explicação – para além da preguiça e do costume – para nos mantermos tão fiéis a essas senhoras canções. A resposta, um tanto óbvia mas reveladora: elas foram testadas durante séculos e funcionam.

Podemos dizer o mesmo dos contos de fadas e demais histórias infantis, das poesias para crianças e das brincadeiras… todas sem autores, sem data, e altamente eficazes!

E, ao notar isso, me dei conta de que, mais do que coisas antigas, as histórias, contos e músicas infantis são, sobretudo, tradicionais. Pio XII definiu a tradição como

“(…) um dom que passa de geração em geração; é a tocha que, a cada revezamento, um corredor põe na mão do outro, e confia-lha sem que a corrida pare ou diminua de velocidade. Tradição e progresso reciprocamente completam-se com tanta harmonia que, assim como a tradição sem o progresso se contradiria a si mesma, assim também o progresso sem a tradição seria um empreendimento temerário, um salto no escuro.”

Então, quando você cantou “boi, boi, boi, boi da cara preta…”, você pegou a tocha das mãos da geração anterior e acreditou que estava fazendo a coisa certa.

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Agora, faça a mesma reflexão sobre a educação dos seus filhos. Porque, quando se trata de educação, corremos atrás de novidades, de slogans que prometem milagre, e dos métodos mais revolucionários? Porque olhamos para o nosso passado educacional e o ignoramos?

No caso da educação, obviamente, o problema é mais profundo e difícil de enxergar. Eu, por exemplo, não entendo “passado educacional” como o tempo dos nossos pais ou avós, pois eles conheceram uma realidade escolar já moldada de uma maneira muito parecida com a nossa. Quando penso no passado aqui, estou pensando em coisas como educação clássica, trivium, jesuítas… uma série de ideias educacionais que nos são um tanto desconhecidas.

São essas ideias que se relacionam com a tradição, entendida como uma sequência ininterrupta de tentativas e erros, que foi se aperfeiçoando e formando modelos educacionais de excelência.

Muitos de nós desconhece a existência de algo como o trivium, que nada mais é do que uma forma de educar bimilenar, que passou por uma série de melhorias ao longo dos séculos, a partir da experiência de ensino de diversos homens e instituições. O trivium começou a ser formado entre os gregos e romanos, passou pelas mãos de Santo Agostinho e sofreu algumas reformulações… depois trilhou um longo caminho até chegar ao seu formato “padrão”, na Idade Média. Mas, não parou por aí: superou o período medieval e entrou no mundo moderno, recebendo um novo tratamento com o trabalho dos jesuítas. Ou seja, o trivium é aquilo que podemos chamar de modelo tradicional de educação, que foi transmitido de geração em geração, e, cada uma delas melhorou e expandiu esse modelo, até atingir a excelência.

Muitos desconhecem… outros conhecem, mas tomam o trivium como algo histórico, que foi aplicado lá atrás e que já não cabe a nós. Mas, a verdade é que existem muitas famílias – inclusive aqui no Brasil -, que educam seus filhos através do trivium e obtêm resultados maravilhosos.

Então, convido você a refletir sobre a educação dos seus filhos. Pense nisso! Se pergunte porque deixamos tanta coisa pra trás e porque não nos esforçamos para resgatar tudo isso: um legado gigantesco, que passou pelas mãos de grandes educadores e santos católicos… e, que, infelizmente, está como que no fundo do mar, distante dos olhos da maioria; acessível somente àqueles que se arriscam a mergulhar tão fundo para vislumbrar nem que seja o brilho deste tesouro.

A linguagem dos meus filhos

por Vladimir Lachance

Salve Maria!

As vezes percebo que algumas pessoas ficam impressionadas com a linguagem da Lupita, porque ela consegue construir períodos assim:

“Geralmente, eu gosto de brincar com tintas, enquanto Dimitri gosta de bola.”

Ela tem apenas dois anos e tem um vocabulário extenso, além de ser capaz de construir frases complexas, com uso de pronomes (eu, nós, mim, você), advérbios (geralmente, especialmente) , preposições (de, em, por, com) e faz bom uso dos verbos (faço, fazer, faria, posso, poderia, gosto, gostei, gostaria, etc.).

Então, vez por outra ouvimos Guadalupe dizer algo do tipo:

“Papai, eu e Dimitri gostaríamos de brincar um pouco lá fora. Você poderia abrir a porta pra nós?”

Ou

“Você poderia dar um brinquedo para esse rapaz aqui?” Se referindo ao irmão de 1 ano.

Ou

“Vou comer esse doce sentada aqui no batente, junto com meu irmão.”

Confesso que até eu me espanto com a capacidade que ela tem de se expressar com tanta clareza e riqueza de vocabulário. Mas, eu e Luciana sempre procuramos refletir sobre o desenvolvimento dos nossos filhos para tentar entender como chegamos a determinados resultados ou o porquê de em determinados pontos não conseguirmos avançar.

Então, conversamos muito (as vezes exaustivamente, rs) para explicitar aquilo que fizemos e anotamos ou registramos mentalmente, como um princípio de educação.

No caso da linguagem, percebemos que utilizamos diversas técnicas para enriquecer o vocabulário e a complexidade das frases.

Listarei alguns princípios e técnicas que podem ser utilizadas no seu lar, para enriquecer a linguagem dos seus filhos. 

1. É preciso, acima de tudo, ter um ambiente doméstico orgânico: ou seja, se você quer que seus filhos tenham uma educação exemplar, é preciso que o ambiente doméstico seja esse exemplo. Quanto mais natural for esse exemplo, mais os seus filhos se beneficiarão. A educação formal no lar é importante, mas na primeira infância as crianças aprendem muito por imitação e repetição de hábitos. Portanto, se elas não se habituam a ver os membros da família conversarem, também elas se habituaram a não conversar. Se os membros da família conversam, mas não procuram fazer bom uso da língua, então os filhos se habituarão a se expressar mal. Um exemplo: conheci uma família em que os filhos chamavam quase todos os objetos da casa de “bagulho”. Então, quando queriam pedir algo, eles diziam assim: “pega esse bagulho aí pra mim!”… Além de não utilizarem “por favor”, nem os nomes das pessoas, etc. Então, resumidamente, o primeiro princípio: Procure ser um parâmetro em termos de boa linguagem para o seu filho.

2. Não perca a oportunidade de falar com os seus filhos: há muitos pais que ficam visivelmente impacientes quando seus filhos querem conversar e fazem uma pergunta atrás da outra. Aproveite esta ocasião para desenvolver a linguagem e a imaginação deles… se perguntam sobre um parente, por exemplo, você pode contar uma história do passado ou ensinar sobre os parentescos (“papai, quando a vovó vem aqui? Resposta: “Sua avó vem aqui semana que vem. Você sabia que sua vovó é a mamãe do papai?”, etc.).

3. As crianças costumam condensar a linguagem, tornando as suas respostas bastante simples. Por exemplo, se perguntamos “você gosta de ouvir essa música?” elas respondem simplesmente “gosto”. Então, a resposta delas pode ser retrabalhada, sempre de maneira bem natural – evitando os formalismos no ambiente doméstico… Você pode replicar, dizendo: “Ah, eu também gosto muito de ouvir essa música. É tão bonita“. Assim, você está abrindo um novo repertório de respostas para a criança… Tente sempre criar respostas alternativas para as perguntas feitas pelos seus filhos ou para suas réplicas, pois essa é a melhor forma de aumentar o vocabulário delas.

4. Trabalhe adjetivos e advérbios. Procure fazer as crianças avaliarem aquilo que vêem… essa é uma forma de trabalhar adjetivos e também de criar um senso de beleza neles. Então, peça para eles dizerem o que acham de uma pintura, ou de algum animal. “O que achou desse cachorro? É grande, pequeno, bonito, feio, fedorento, engraçado, etc.?” Sempre que estiver falando, use advérbios. Aqui, quando Lupita reclama porque não podemos brincar na garagem, ela costuma falar assim: “Eu nunca brinco lá fora.” Então, respondo com um: “Você brinca lá fora com frequência. Geralmente brincamos bastante, mas hoje não dá… o sol está muito forte”, etc. Assim, cria-se o registro.

Essas foram algumas das coisas que concluímos, mas ainda há muitas outras que publicarei num outro post.

Sobre este assunto, hoje assisti um vídeo do prof. Carlos Nadalim que trata exatamente da mesma questão. No vídeo, ele dá várias dicas de como expandir a linguagem dos seus filhos. Descobri que algumas nós já fazíamos aqui em casa, intuitivamente, mas há várias outras dicas valiosas.

Tente aplicar as dicas do Prof. Carlos e depois nos conte os resultados.

Clique na imagem abaixo para assistir ao vídeo.

expandirlinguagem

 

Notas {setembro, 2014}

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Começar o  caminho do alfabeto foi ótimo! Em breve vou fazer um post resumindo as atividades das semanas da letra A… Eu fiz um planejamento que vai deste mês até agosto do ano que vem, sendo que em dezembro nós não faremos porque durante o advento e Natal nós nos dedicamos ao aniversário de Nosso Senhor, e isso já nos ocupa bastante! Com férias em dezembro, retomamos em janeiro! Estas são algumas fotos da nossa visita à uma exposição de animais da selva africana:

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Estou fazendo…

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Alguns brinquedos para Lupita. O pai montou a estrutura de papelão e eu decorei. Quando ela estiver um pouquinho mais crescida, planejo a casinha de madeira para durar toda a infância, mas por enquanto, prefiro brinquedos e brincadeiras com materiais baratos, especialmente porque as crianças nessa idade são muito curiosas e querem sempre novas coisas. Imagine comprar sempre brinquedos em lojas? Não dá…

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 Estamos lendo…

imageGostamos muito de ler. É algo natural aqui em casa. Comecei a ler livros em voz alta para Lupita quando ela tinha apenas 1 mês. Gostava de ler os livros de Dr.Seuss, pois são cheios de rimas e o autor é muito criativo. O pai e eu estamos sempre com um livro nas mãos, e ela nos imita, pois também é da índole dela. Podia acontecer de, apesar do exemplo, ela não ser tão apreciadora… Mas aconteceu. Não sei se Dimi irá pelo mesmo caminho (por enquanto ele apenas come os livros, rs); faremos como sempre fizemos, mas se ele não seguir com tal facilidade, encontraremos outras formas de ajudá-lo.

Lupita ama a bíblia dela. Ela realmente lê com entusiasmo, conta ou inventa suas próprias versões; freqüentemente pega o livro na estante e passa quase uma hora lendo, praticamente sem incomodar. O mais extraordinário é vê-la conversando com os personagens dos livros. Conversa com todos eles. No caso da bíblia, ela vive dando severas broncas nos soldados romanos por terem machucado Jesus. Vou editar um dos vídeos que gravei e postar aqui… Tenho de me segurar para não rir, e é, ao mesmo tempo, emocionante. O justo seria chorar, porque é de fato comovente vê-la pedir aos soldados romanos que, ao invés de maltratarem Nosso Senhor, eles cuidem Dele. Está é a versão que usamos:

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Lendo, em vários momentos (bom, claro que ela ainda não lê, tem apenas 2 anos e meio):

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Estou precisando…

Voltar a escrever no meu diário espiritual. É uma boa forma de continuar refletindo com Deus algumas coisas da minha vida, especialmente agora, depois de casada, onde nossas vidas parecem tão centradas “neste mundo”.  O tempo de noivado me parece um tempo onde eu estava tão centrada espiritualmente, que às vezes eu sinto como se tivesse sido, em parte, uma aspirante à vida religiosa. Fico feliz de ter aproveitado tão bem esta época, o que só foi possível graças ao namoro santo. Com ele, ganhei um tempo precioso, cheio de paz, em que eu pude me dedicar à boas leituras, retiros, idas frequentes à comunhão.

Estamos planejando…

Comemorar ainda mais o Natal desta vez. Será nosso quarto Natal em família, e ainda temos muito o que nos dedicar. Com as crianças maiores será mais divertido incrementar a data com novas tradições (é impressionante quantos detalhes maravilhosos cercam o aniversário e a tradição de comemorar o aniversário do Senhor!).

Estamos criando…

Um novo apostolado. Há seis anos atrás, começamos no apostolado de modéstia; eu criei meu antigo blog, Teus Vestidos, há quatro anos, e sinto que dei a minha contribuição nesse campo. Senti solidão, em muitas vezes, por causa da falta de união entre as pessoas que também promoviam este apostolado na Igreja, incluindo eu mesma. Até hoje eu sinto que as pessoas que falam deste assunto simplesmente não conseguem se comunicar muito bem, e essa atmosfera tão desgastante foi tirando a minha vontade de continuar. Claro, eu também não imaginei falar sobre o tema por um longo tempo, porque de certa forma, eu sempre fui muito alheia à moda… sou grata a Deus pela inspiração de colocar-me no momento certo dentro deste apostolado, mas agora, me vejo completamente disposta a fazer outra coisa, que envolva aquilo que me ocupa mais hoje em dia: a educação dos filhos. O curso, Pedagogia Católica para Aplicação das Famílias está sendo maravilhoso neste e em muitos sentidos… peço orações para este e outros projetos! Abaixo, gravando o curso:

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