Festa de Casamento

Detalhes da minha festa de casamento! Uma singela maneira de comemorar as graças que se recebe no santo matrimônio, promovida por uma querida família muito experiente em organizar tais reuniões. Talvez seja útil para você, se achar alguma vantagem no espírito de uma comemoração como esta – bem diferente das badalações e luzes do salão de festas. Pode ser realizada no mesmo dia do casamento, ou – como no meu caso – posteriormente, no dia seguinte ou alguns dias depois. Se tivesse feito no mesmo dia, teria usado o meu vestido de noiva, mas acabei não o levando para São Paulo.

O que mais agradará numa festa como esta é, sem dúvida, a oportunidade de comemorar o casamento com alegria, mas sem irreverência. Por irreverência queremos dizer pista de dança, música duvidosa e situações embaraçosas (tais como: comentários de duplo sentido, convidados que passam da conta, etc.). Preferimos descrever para evitar qualquer mal-entendido – e se damos uma descrição exata do que sejam as festas de casamento atualmente, não quer dizer que seja impossível realizar uma sem tais inconvenientes. O tipo de festa mostrado aqui também atende àqueles que desejam aproveitar as graças do sacramento no recolhimento e na oração – para então celebrar entre amigos. Quem não pode ou não deseja gastar muito, igualmente tirará proveito.

Organizando a festa

Uma festa de casamento em casa é uma celebração mais íntima, de modo que não é necessário convidar todos os que foram chamados para a cerimônia religiosa. Com isto não se quer dizer que os preteridos na lista da festa são menos dignos, pois se foram convidados para a igreja,  aí reside a verdadeira honra. No entanto, por uma série de razões (grau de aproximação, conveniência, etc.), parece mais acertado que haja diferença nas duas listas de convidados. Quando isto estiver definido, convém decidir o horário e o que oferecerá para os mesmos.

Você pode oferecer um almoço, jantar, chá, café da manhã, ou o bolo de casamento – o nosso caso, com champagne! Éramos apenas quatro casais, mas você pode pensar em algo que envolva apenas a família, por exemplo. Tudo depende de como for melhor para os noivos, e de algumas circunstâncias.

Eis a mesa:  prepare-a com carinho, pois é como encantará os convidados! É também onde tirará as belas fotos para o álbum de família, que começa a montar com o seu marido a partir do dia do casamento.

Detalhes desta mesa

Com poucas coisas é possível montar uma mesa atraente. Já agora, começo a pensar na utilidade das caixas com fitas de cetim, aranjos de flores artificiais, tecidos guardados, etc. Tendo estas e outras coisas à mão, não terá dificuldade para embelezar o ambiente.

O bolo (delicioso, de chocolate)  foi enfeitado com um arranjo de flores artificiais. Simples e barato, não? Anote esta dica para outras ocasiões, como aniversários. No centro da mesa, um tecido de cetim rosa colocado de maneira a formar um ninho amassado prestes a abrigar o bolo! Uma fita de cetim dá o toque especial no bolo (ela foi presa com durex no suporte). O cartão é nosso convite.

Mais um arranjo de flores artificiais para compor a mesa. Você pode comprar flores naturais ou espalhar pétalas de rosa caso dispense o tecido de cetim ou algo mais volumoso no centro. Ter boas peças para servir é indispensável – mas elas não precisam ser caras. As porcelanas ou as peças em madeira são opções mais em conta, e pode-se montar outro tipo de decoração com elas.

Na mesa, apenas as taças dos noivos. Note como a mesa da festa de casamento deve ser mais direcionada ao casal… por isso, não se deve colocar coisas demais, nem tudo o que será servido. O intuito é pôr em evidência a felicidade a dois – onde os amigos serão as testemunhas daquela união que se inicia. Nas festas em geral, o comum é arrumar a mesa da forma mais convidativa para os presentes, que quase sempre se servem nela – mas aqui tem-se em vista algumas das cenas mais significativas dos primeiros momentos entre esposo e esposa: agora cada qual está a serviço do outro. O esposo abre o champagne e serve a mulher; esta parte e serve o bolo.

Colocar um detalhe para representar o casal é interessante: na mesa, o conde e a condessa de porcelana (outra opção é pôr um porta-retrato já com uma foto do casamento).

Cenas da festa

Para o álbum de família, algumas cenas são lindas! A foto do casal em frente a mesa, bem como partindo o bolo… não pode faltar… eis algumas da minha festa:

Todos reunidos! Meu sinceros agradecimentos à linda família, que nos ensina tantas coisas, principalmente com seu exemplo!

Meu marido abrindo o champagne… (eu estava com tanto medo que estraguei a foto…)

Servindo a esposa…

Isto deveria ter sido a foto clássica, cruzando as taças… mas eu estava com muita vergonha, não consegui… me perdoem!

Cortando o bolo e servindo os convidados…

Um brinde a todos os que rezaram pelo meu casamento! Obrigada, mais uma vez! Salve Maria Santíssima!

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A noiva diante do altar

“Cristo quis que a unidade e a estabilidade do casamento, exigidas pela própria origem desta instituição, fossem santas e invioláveis para sempre. […] Em primeiro lugar, a união conjugal veio a receber um fim muito mais nobre e elevado do que antes, pois o fim que lhe foi assinado não constituiu somente em propagar o gênero humano, mas também dar frutos a Igreja […] Em segundo lugar, foram perfeitamente definidos os deveres de cada um dos cônjuges e exatamente determinados os seus direitos, de tal sorte que têm eles obrigação de nunca se olvidarem de manter reciprocamente grande e profundo afeto, de guardarem constante e mútua fidelidade e de conservarem uma convivência recíproca, dedicada e assídua. O homem é o chefe da família e a cabeça da mulher: esta, todavia, por isso que é carne da sua carne e osso dos seus ossos, deve submeter-se e obedecer seu marido, não à maneira de uma escrava, mas na qualidade de companheira, para que não falte nem a honestidade, nem a dignidade na obediência que ela lhe prestar. E cumpre assim que ele, que é o chefe da família, como ela, que deve obedecer, tenham sempre presente a caridade divina no cumprimento dos seus respectivos deveres, porque ambos os cônjuges são a imagem um de Cristo, o outro da Igreja. O homem é a cabeça da mulher, assim como Cristo é a cabeça da Igreja… Mas assim como a Igreja está sujeita a Jesus Cristo, assim também as mulheres devem estar sujeitas aos seus maridos em todas as coisas.”

Papa Leão XIII, Arcanum Diviniae Sapientiae

Eis belos princípios para o Santo Matrimônio! Como princípios, são portanto invioláveis, como disse o Papa, pois consiste na vontade de Nosso Senhor: verdades definidas por Ele mesmo. Os dois pontos principais destacados no trecho acima – o fim do casamento e os papéis perfeitamente determinados para cada cônjuge – são de uma misericórdia para conosco que emociona. Como Nosso Senhor foi firme e irrefutável! Não fosse essas palavras eternizadas no Santo Evangelho – e repetidas incansavelmente pela Santa Igreja – que sentido haveria no casamento? Muito me alegra ter subido ao altar consciente das minhas obrigações, bem como meu esposo. Sabemos o que esperar um do outro, temos uma luz verdadeira para nos guiar no caminho que escolhemos trilhar: Cristo e Sua Igreja. Agora, vejamos o dia do meu casamento:

Eram exatamente 10 horas da manhã quando parei nesta escada. Por um momento – até que minha irmã fosse avisar ao fotógrafo que eu já estava ali – fiquei sozinha na frente da igreja. Como a porta “barra-vento” estava fechada, os convidados também não podiam me ver. Acho que esta solidão durou 3 minutos. Imaginei a apreensão do meu noivo: pouco tempo nos separava do grande acontecimento! Então já não haveria mais noivo ou noiva, véus brancos, casas separadas… os últimos momentos de uma fase da vida que não voltará jamais. Presenciei este minuto que nos muda por inteiro, e com que consciência e clareza! Na frente desta escada, dei adeus à noivinha: com tanta saudade dela, achando-a completamente embrulhada para presente!

Nos casamos na Igreja de Santo Amaro de Ipitanga, em Lauro de Freitas – uma cidade do interior bem próxima à Salvador, onde Vladimir morava. A Igreja tem mais de 400 anos, e parecia feita para nós: foi como entrar em casa! Não poderia me imaginar casando em outra: parecia adornada na medida exata para os noivos, com uma fachada simples, e uma escada como imaginei… acho que cada noiva deve achar isso da própria igreja dos sonhos, pois esta era a minha. E ela também parecia ideal para se casar durante o dia, pois é ornamentada com azulejos portugueses, poucos detalhes dourados e madeira. Uma igreja tradicional e simples ao mesmo tempo, apesar de grande.

O Sol estava forte, como dá para perceber pelas fotos. Eu não me maquiei muito – o que foi útil para não borrar o rosto; acho até que não demorei para me aprontar. Tão logo arrumaram meu cabelo, colocaram o vestido em mim e o véu, fiquei no sofá de casa esperando me buscarem. Nossa cerimônia foi breve – cerca de 40 ou 50 minutos – e foi presidida pelo Pe. Ângelo, que é também nosso amigo. Acho que uns 15 minutos depois do início já estávamos casados! Queridos amigos foram nos ver, alguns eu não via há muitos anos… eu estava com um pouco de vergonha, afinal a noiva é o centro das atenções! Quando eu estava no fundo da igreja, achei que não conseguiria entrar, pois estavam todos virados na minha direção… nada mais óbvio, certo? Entrei devagar, ao som da marcha do príncipe da Dinamarca – e segundo Vladimir, eu parecia uma nuvem entrando, por causa dos passos lentos e do volume da saia do vestido. Olhando as fotos não parece tão cheia, mas havia pelo menos umas seis saias por baixo da renda. Algumas costuradas diretamente no vestido, outras não.

Aumentando as fotos é possível ver os detalhes do meu vestido de noiva. Eu escolhi este vestido modificando o modelo “Metis” de Valentino, que era na cor marfim. No final, a comparação mais evidente entre esse modelo e o meu é o padrão da renda, pois eu redesenhei-o em suas partes decisivas.  Pedi que a “saia” começasse 2 cm antes da cintura – para se adequar melhor ao meu tipo de corpo; e a verdade é que o modelo de Valentino, tal como foi feito (a saia começa abaixo do quadril), desenha muito o tronco da mulher, ficando sensual demais. Tive esses cuidados, pois desejava me enfeitar para o casamento, da maneira que melhor se adequasse a minha personalidade. Queria, sim, me enfeitar, mas não me fantasiar. Noiva não é fantasia, é adorno. É símbolo, como tudo que usamos. O original era feito com renda  “strech”, daí imaginei que o ateliê seguiria esse padrão, de modo que fiz algumas ressalvas quanto às mangas –  exigi que fossem forradas e chegassem aos pulsos. Mas o resultado foi que as mangas ficaram muito apertadas e tiveram de ser completamente refeitas, já que a renda usada no meu vestido não tinha a elasticidade do modelo “Metis”.  Isto a menos de 3 semanas do casamento!  Também fiquei um pouco surpresa com o resultado final, pois imaginei que ficaria menos suntuoso. Na minha concepção, ele teria menos volume, e a renda não seria tão parecida. O resultado da renda ficou próximo ao modelo de Valentino porque cada detalhe da renda é colado num tule liso – isto é, este padrão de renda não é obtido de uma peça inteira, mas resultado de uma montagem.

O vestido foi feito num ateliê de alta costura, e é meu para sempre! Ainda não comprei a caixa onde ele ficará guardado, mas muito me alegra tê-lo comigo para mostrar às minhas filhas. Tenho poucas esperanças de que alguma delas possa se casar com ele, pois sendo Vladimir muito mais alto do que eu, temo que não servirá na altura de nenhuma das futuras moças. Para as moças que tiverem um pouco mais de condição de pagar por um modelo, aconselho a procurar tais ateliês – caso contrário, uma boa costureira será capaz de fazer um modelo mais simples. Os serviços de alta costura costumam ser mais caros, mas acho que ainda compensa o preço do aluguel. Pelo menos, no meu caso. Não pesei o vestido depois que coloquei as saias separadas, mas sem elas ele pesava 3kg. Alguém comentou: “vestido rendado é mais católico! Os desenhos, o volume: reflete os ornamentos das igrejas, combina com as iluminuras!” Bem, se concordar com isso, pode pensar em criar para o seu algo parecido. Sempre idealizei um modelo rendado, pois amo rendas em particular, e havia acreditado que elas são, realmente, mais “católicas”!

Sendo a cerimônia breve, posso dizer que a manhã do meu casamento foi muito agradável – não sofri com o calor, como podem crer alguns por conta do modelo. As meias finas me causaram mais incômodo que as mangas! Quando terminamos, cumprimentamos os convidados, tiramos algumas fotos e… fomos para casa. Meu buquê foi colocado por Vladimir no altar de Nossa Senhora. Quanta alegria! Ainda fiquei de “noiva” um tempo no sofá de casa, pois me sentia uma verdadeira rainha com aquele vestido! De fato, que dignidade a Santa Igreja confere às noivas: todas podem ser rainhas neste dia! A alegria do meu noivo era ver-me tão enfeitada, como jamais havia me visto. Quando eu estava entrando no carro para ir à igreja, uma vizinha comentou: “parece uma santa!”. Emocionou-me tal elogio, vindo de uma mulher tão simples, como nenhum outro… eu, uma  escrava de Nossa Senhora, ser comparada com a glória do Céu!

Para os olhos daquela mulher, ver-me toda coberta com uma mantilha lembrava um altar… e não é para o altar que nos dirigimos quando casamos? Então por que algumas moças vão como se estivessem se arrumando para um baile ou para uma festa?  Tomai isso para ti como reflexão, assim como eu tomei para mim, através destas singelas palavras. Se as noivas vão para o altar, é justo que lembrem quem, com tanta honra, a igreja eleva ali… na frente do altar, noivo e noiva complementam a ornamentação… e nos altares, Maria Santíssima está sempre presente. Como filhas desta Mãe perfeitamente modesta, devemos imitá-la, buscar seu exemplo! Pois, ao longo dos séculos, Nossa Senhora – em suas aparições, pinturas e esculturas – revelou-se não com as roupas que fazia uso na época de sua vida terrena, mas muitas vezes com roupas tradicionais e contemporâneas de determinado local e cultura. Isto é ter Nossa Senhora como exemplo perfeito de modéstia: é escolher, frente à determinada época, aquilo que há de mais digno, e, principalmente, que é símbolo das virtudes cristãs!

Não posso deixar de me emocionar com as pequenas lembranças deste dia… alguém perguntará: “que mais aconteceu?” E eu responderia: pequenas emoções em cada detalhe, mas só minhas… os votos, meu sobrinho levando as alianças… tudo conforme a mais exata descrição de como costumam ser tais coisas, sem maiores acréscimos… quanto ao meu coração: este sim, tornava tudo diferente! Rezei por todos que por mim rezaram, que colocaram nas suas intenções o meu casamento… pedi filhinhos para quem eu sei que espera, noivos para quem ainda não tem, felicidade no casamento de quem já encontrou o seu amor…  e agradeci em oração muitas vezes por estar ali, recebendo o belo sacramento – eu, que como todos os batizados, fui resgatada das mãos do demônio pelo alto preço do sangue de Nosso Senhor! Não contente, Jesus Cristo, quis mais! Que Ele queira igualmente, a minha fidelidade a Ele, o verdadeiro amor, os sofrimentos… pois sem Deus, nada podemos!

Quando já estava em casa, pensei comigo que todas deveriam casar como eu: da maneira como possam, pois isto torna cada detalhe gratificante. Passamos por muitas provações e dificuldades para casar – muitas coisas simples, por exemplo, davam errado, tínhamos de ver determinado item muitas vezes… não houve o que se resolvesse facilmente, pois assim se apresentam os empecilhos para as coisas de Deus. Por outro lado, Nosso Senhor nos protege bastante. Digo que todas deveriam casar como eu, pois sei que muitas sentem muito forte a pressão dos familiares, para ter tudo conforme um único “script”… não casam se não tiver a festa, se não tiver o carro sofisticado para buscar em casa, sem dia da noiva, sem …. e tanto aumentam a lista que esquecem do valor sacramental do casamento.  Na verdade, é bem possível que muitas destas coisas acabem por distanciá-la do valor sobrenatural deste dia… pesquisando para o meu casamento, vi tantas noivas perdidas em detalhes da festa, que muitas vezes tratavam com indiferença o casamento propriamente dito. Claro, estou falando para aquelas que ainda praticam a religião, e não para a grande maioria que casa na igreja atualmente, mas sem nenhum propósito.

A cerimônia religiosa não é “uma parte”, é a única parte; se vai festejar posteriormente, tudo bem, mas como se passa geralmente pouco mais de meia hora na igreja, e mais de cinco horas num salão de festas, não é de se estranhar porque algumas mulheres se perdem com preocupações inúteis. Festejar o casamento deve ser o que é: ação de graças entre bons amigos, para um momento de alegria do que foi a união na igreja… não pode se transformar no “casamento”. Conheço muitas moças que não se casaram na igreja por “falta de condições”… na verdade, falta de condições de fazer como nas novelas. É sempre agradável casar – assim como planejar toda uma vida – de acordo com as reais condições do casal…. o casamento é um bom termômetro de como organizarão a vida financeira em família, pois se escolhem ter um tipo de casamento além das contas, como escolherão o bairro onde querem morar, a casa, etc.? Deve-se planejar com alegria e conforto, e muitas poderão tranquilamente pagar por muitos itens sofisticados – mas tantas outras deverão escolher.

Eu mesma tive minha singela festa, alguns dias depois do casamento. Um casal de amigos preparou para nós… venho postar sobre isso depois. Foi muito bonito! Agora deixo-os com algumas das fotos do meu casamento. Eis que já sou uma senhora… já se passaram alguns dias, já experimento algumas obrigações da dona-de-casa, futura mãe e esposa… rezem por mim, para que, destemida, eu vença as batalhas e tentações do meu estado. Fiquem com o Bom Deus e Salve Maria Santíssima!

“Querendo dar uma imagem adequada de sua íntima e estreita união com a Igreja, e de seu imenso amor para conosco, Cristo Nosso Senhor indicou a dignidade de tão grande mistério, principalmente pela comparação que fez com a sagrada união entre o homem e a mulher.

“Realmente, vem muito a propósito, porque de todas as relações entre os homens, como nos será fácil averiguar, nenhuma prende de maneira mais forte que o matrimônio; porquanto marido e mulher estão ligados um ao outro pela mais intensa caridade e benevolência. Por isso, as Sagradas Escrituras apresentam-nos, tantas vezes, a união de Cristo com a Igreja sob a imagem de umas núpcias […] Ora, este sacramento significa e confere uma graça; e nisto está principalmente o caráter sacramental.”

Do Catecismo Romano

Te amo eternamente, marido meu!